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Aplicativos de realidade aumentada terão receita de US$ 1,5 bi em 2015

Os aplicativos para dispositivos móveis que têm funções de realidade aumentada devem gerar 1,4 bilhão de downloads por ano até 2015, ante os 11 milhões de downloads registrados no ano passado. Segundo dados da Juniper Research, esse tipo de aplicativo deve gerar receita de US$ 1,5 bilhão até o fim do período, um crescimento exponencial frente à receita de US$ 2 milhões registrada no ano passado.

Realidade aumentada é um conceito em que os aplicativos ou programas usados em computadores e celulares têm integração com alguma aplicação do “mundo real”. Por exemplo, software para smartphones que reconhecem capas de livros e pesquisam automaticamente seus preços em livrarias e lojas on-line.

Segundo o estudo da Juniper, o crescimento do mercado de aplicativos de realidade aumentada vem acontecendo com o aumento dos serviços baseados em localização e deve ter alta ainda maior quando os serviços de telessaúde e educação a distância se expandirem. Hoje, explica o estudo, as soluções de realidade aumentada são amplamente usadas em jogos e redes sociais.

Para o autor do estudo, Windsor Holden, a maioria das empresas encara esse tipo de tecnologia como uma forma de se relacionar diretamente com o consumidor, por isso, segundo ele, a grande expansão desse mercado será vista em aplicações feitas por negócios para consumidores, ou no mercado de comércio eletrônico entre empresas e consumidores (B2C).

Facebook compra empresa de mensagens instantâneas

Em continuidade à sua estratégia de ampliar os serviços por meio da aquisição de pequenas empresas, o Facebook anunciou a compra da Beluga, site de serviços de envio de mensagens entre grupos. O valor da transação não foi revelado.

A própria Beluga fez a divulgação do negócio por meio do seu site. O serviço continuará funcionando normalmente. Os cofundadores da Beluga, Ben Davenport, Lucy Zhang e Jonathan Perlow, serão integrados à divisão de negócios de grupos e mensagens do Facebook.

O serviço da companhia é oferecido por meio de aplicativos móveis, atualmente disponíveis para aparelhos equipados com o sistema operacional Android, do Google, ou iOS, da Apple.

Consultoria analisa principais aplicativos móveis para 2012

O mercado mundial de aplicativos móveis deve ser dominado pelos programas voltados para aparelhos mais caros, de mais de US$ 300, no ano que vem, mas isso não significa que eles vão gerar pouca receita, ou ter seu espaço diminuído. Estimativa do Gartner aponta que os usuários finais gastarão US$ 15,9 bilhões em aplicativos para dispositivos móveis apenas em 2012, o que resultará num movimento de expansão de vendas de hardware e publicidade.

Dado este cenário, o Gartner selecionou as principais tecnologias voltadas para mobilidade que acredita devem ser as maiores tendências para o ano que vem. São elas:

Serviços de geolocalização: vêm sendo considerados a principal aplicação do conceito de mobilidade trazido pelos smartphones, e por isso devem receber grande atenção dos desenvolvedores no ano que vem. Até 2014, a consultoria acredita que existirá 1,4 bilhão de usuários de serviços de geolocalização no mundo.

Redes sociais: parece óbvio, mas, por mais que quase todos os internautas usem redes sociais, o acesso por meio de dispositivos móveis é o que mais cresce em usuários finais de todas as analisadas pelo Gartner. Aos poucos, as redes sociais estão se tornando portais para outros serviços, sendo responsáveis por impulsionar outras categorias de aplicativos, na visão da consultoria.

Comércio eletrônico móvel, ou m-commerce: hoje funciona apenas como uma extensão do e-commerce tradicional, mas, nos próximos 24 meses vai passar a usar funções estritamente móveis, como as relacionadas a geolocalização ou ainda adicionar itens ao seu carrinho de compras virtual por meio de uma foto.

Busca móvel: essencialmente ligada ao m-commerce, pois começará como uma forma de pesquisa de informações sobre produtos e redes de varejo on-line, mas em breve já adequará funções mais ligadas à mobilidade, como fazer reservas em um restaurante ou comprar ingressos no cinema.

Pagamentos móveis: mesmo com alguns smartphones já começarem a ser equipados com tecnologias de identificação por radiofrequência (RFID), o Gartner acha que elas só serão amplamente adotadas a partir de 2015. Para o ano que vem, a consultoria acredita que as ferramentas de m-payment serão naturalmente usadas conforme o avanço das tecnologias de segurança.

Games, redes sociais e música são os temas dominantes em apps, revela pesquisa

A Nokia divulgou alguns dados de uma pesquisa realizada em novembro de 2010 com 5.231 usuários de smartphones de diversos sistemas operacionais em dez países (Brasil, China, Alemanha, Índia, Itália, Cingapura, África do Sul, Espanha, Reino Unido e EUA). O estudo, feito em parceria com a Cornell University, dos EUA, revela que games são o conteúdo mais baixado por 38% dos entrevistados, seguido de aplicativos de redes sociais (35%) e aplicativos relacionados a músicas (29%).

Quando a pergunta é quais aplicativos são mais frequentemente usados, a ordem das categorias muda: redes sociais (31%), games (29%) e utilidades (25%). O lugar onde os apps móveis são mais usados é dentro de casa, segundo 33% dos entrevistados, seguido de viagens (19%) e no trabalho (13%).

A respeito de quantidade de itens baixados, 71% das pessoas ouvidas têm até 30 apps instalados em seus smartphones e 20% disseram que apagam aplicativos velhos quando encontram um melhor para a mesma finalidade. Apenas 30% dos entrevistados usam a maior parte dos aplicativos que possui.

Curiosidades

A pesquisa da Nokia revela algumas curiosidades de acordo com a nacionalidade do usuário. No Brasil, o tema preferido é música, segundo 42% dos entrevistados. Na Alemanha, a preferência é por apps utilitários (29%), como despertadores e lanternas. Os sul-africanos são os maiores entusiastas de redes sociais no celular: 45% utilizam apps para essa finalidade, 5 pontos percentuais acima de brasileiros e indianos. No que diz respeito a games, os usuários de Singapura são os campeões: 49% já baixaram jogos no celular. O país onde aplicativos de notícia são mais populares é a China: 30% dos entrevistados têm esse tipo de software instalado.

Mercado de aplicativos móveis deve se ‘profissionalizar’ neste ano, diz consultoria

O ano de 2011 marcará o amadurecimento do mercado de aplicativos para dispositivos móveis. Segundo estudo da IDC, com o surgimento dos tablet PCs e dos novos segmentos de negócios que eles trouxeram, as empresas sairão da “era das experimentações” com os aplicativos, para triplicar sua produção no setor.

A pesquisa aponta que o número de aplicativos desenvolvido neste ano será 183% maior do que o visto no ano passado, o que resultará numa proporção de 6,5 aplicativos para cada companhia de desenvolvimento. Ao mesmo tempo, as empresas deixarão de terceirizar a produção dos programas, sendo que 81% das companhias informaram que pretendem contratar desenvolvedores, principalmente profissionais voltados para as áreas de mobilidade e web.

O estudo da IDC aponta, ainda, que um dos principais causadores desses movimentos é a grande quantidade de tablets equipados com Android, o sistema operacional para dispositivos móveis do Google. A consultoria aponta que 74% dos pesquisados estão “muito interessados” em desenvolver produtos, enquanto ano passado esta cifra era de 62%. O iPad, da Apple, por outro lado, manteve-se estável com a preferência de 87% dos entrevistados.

A IDC ainda acredita que, com a profissionalização do mercado de aplicativos, os desenvolvedores também passarão a se transformar numa classe profissional, sendo que cada um deles desenvolverá, em média, para quatro fabricantes de dispositivos diferentes ao mesmo tempo.