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Conteúdo de web precisa ser interativo e compartilhado para ter relevância

Para ter relevância na web, o conteúdo deve ter destaque em buscas, ser desenvolvido para que seja compartilhado, garantir a interação e estar adequado ao contexto da pessoa ou público que pretende atingir. Estes são os principais aspectos apontados pelo diretor de inteligência de mercado da Terra Networks, Marcelo Coutinho, para tornar um negócio ou atividade viável na rede mundial.

O especialista observa que as pessoas são os principais ativos da web e que todos os conteúdos devem ser produzidos cada vez mais sob a perspectiva do usuário. Pois, só assim, enfatiza ele, terão sucesso no mundo virtual. Coutinho, juntamente com Max Petrucci, presidente da Garage Interactive Marketing; Alexandre Canatella, CEO da e-Mídia; e Marcelo Epstejn, diretor geral do UOL, participaram de painel realizado nesta quarta-feira, 16, no Web Expo Forum, em São Paulo, evento promovido pela revista TI Inside e organizado pela Converge Comunicações.

“Produzir conteúdo baseado no contexto de usuário é muito importante para garantir a relevância. Além disso, este conteúdo precisa ser rentável para a empresa”, ressalta Coutinho. Para ele, a internet ainda não alcançou a devida importância que cabe a ela no bolo publicitário, já que sua receita é inferior à de jornais e revistas, apesar de ser hoje uma mídia mais massificada.

O diretor geral do UOL, Marcelo Epstejn, corrobora a opinião de Coutinho, e salienta que para ser relevante o conteúdo tem que “entregar” algo que gere percepção de valor para o internauta, o que é pessoal e pode ser mutável, dependendo da situação. “Tem de atingir o público com aquilo que ele quer ver, no formato certo e no momento oportuno”, diz o executivo, frisando que o conteúdo também precisa ser pertinente, diferenciado, comentado e interativo. “A passividade não existe mais na internet”, alerta.

Em relação ao modelo de negócio para a nova era da web, marcada pela interação, colaboração e redes sociais, os especialistas são unânimes em reconhecer que ainda não existe um modelo padrão para a venda de publicidade, mas acreditam que a receita será proveniente de novos modelos, diferentes e complementares.

E-agora? O Futuro Chegou!

Economia criativa, realidade aumentada, capitalistas sociais, transmedia, storytelling, social location e mobile, nuvens de inovação, contexto e conteúdo, geração global, neurociência e as mídias sociais, educação e empresas do século 20 e pessoas do século 21, start-ups de alto impacto, webcidadania, Brasil o líder digital e ambiental, cyberartes; em 2014 92% do trafego na internet será de vídeos. E muito mais… Vários pensadores em formatos de pílulas para discutir o E-agora?

Tudo isso acontece no Workshop Web Innovation, na manhã do dia 18 de março, que faz parte da programação do Web Expo Forum 2011, promovido pelas revistas TI Inside, Teletime e TelaViva, entre os dias 16 e 18 de marco, no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo. A organização  é da Converge Comunicações, com apoio de várias entidades do setor.

Já estão confirmados os debatedores Gil Giardelli (coordenador), CEO da Gaia Creative e da ESPM; Ricardo Almeida, sócio-fundador e diretor geral do I-Group e do Clube de Autores; Guto Grieco, diretor do Centro de inovação e Criatividade da ESPM): Dhaval Chadha,  sócio-fundador da Cria Global; Luiz Agarra, consultor associado e fundador da Papagallis, Karina Israel, diretora Executiva da YDreams; Drica Guzzi, sócia- diretora da weblab.tk. Novos nomes vão ser confirmados em breve.

Mais informações e inscrição pelo site www.webexpoforum.com.br ou pelo 0800 77 15 028. O prazo para inscrição com desconto termina nesta sexta-feira, 25.

Tecnologia permite codificar conteúdo para um número maior de usuários.

Com os consumidores ávidos por conteúdo móvel, as empresas estão buscando cada vez mais disponibilizar informações e canais como notícias, blogs, vídeos, entre outros tipos de comunicação, para atrair, gerar interação e fidelizar seus clientes. Uma grande dificuldade desse mercado é que muitos programas que estão disponíveis são restritos aos usuários de BlackBerry e iPhone. Em razão disso, muitas ações digitais desenvolvidas pelas empresas acabam gerando pouco impacto.

Para tentar reverter esse cenário, a Brand Connect/Elav, agência de planejamento estratégico e inovação no mercado de mídias digitais, desenvolveu um website especial para um dos mais famosos reallities show da TV brasileira, que pode ser acessado em diversos modelos de dispositivos móveis. Para esta ação interativa, a empresa utilizou a tecnologia Blueprint, que é capaz de identificar mais de mil modelos diferentes de celulares e codificar o conteúdo para um número maior de usuários.

Segundo Gustavo Mills, sócio-diretor de planejamento da Brand Connect/Elav, a Blueprint sai na frente de outras plataformas. “A tecnologia tem a capacidade de identificar qual o tipo de celular do usuário e entregar a visualização do site de uma forma adequada àquele aparelho. Isso permite que qualquer material desenvolvido, seja ele conteúdo, notícias, blog, vídeos, fotos, enquetes ou qualquer tipo de interação, chegue com a mesma qualidade e rapidez a milhares de modelos”, garante. Com isso, a plataforma possibilita que um número bem maior de usuários tenha acesso aos conteúdos criados pelas empresas.

Razorfish EUA fecha novo projeto para a Intel

A agência de marketing digital Razorfish foi escolhida pela Intel como fornecedora adicional de serviços criativos globais. Com trabalhos similares em 2010 para marcas como Sony e Travelocity, a agência diz que o anúncio significa um novo e promissor ramo de negócios. Entre os projetos para a Intel estão o gerenciamento de todo o desenvolvimento de conteúdo criativo, assim como a implementação, CRM (Customer Relationship Management), gestão de pesquisa de marketing em estratégia e messaging.

Um segundo projeto é a campanha B2C (comércio eletrônico entre empresa e o consumidor final) de lançamento da nova linha de processadores Intel Core da empresa. Para essa campanha, a Razorfish irá projetar e conduzir a execução tanto da mídia digital quanto da não digital, incluindo diversas plataformas como TV, out of home e impressos – uma boa surpresa para a agência que tem como core business justamente o universo digital.

“É revigorante ver clientes visionários como a Intel sacudir o status quo dos modelos de agências”, comenta Fernando Tassinari, gerente geral da Razorfish Brasil. Segundo o executivo, as agências focadas no digital têm a vantagem de implementar grandes campanhas e ideias criativas e executá-las com maior facilidade em um mundo cada vez mais digitalizado.

A Razorfish vem desenvolvendo inúmeros projetos em marketing digital para a Intel desde 2007, focando em gestão de negócios B2C em todo o mundo.

Descomplica é o mais novo site educacional

Com a proposta de servir de complemento e apoio aos estudantes do ensino médio e pré-vestibular, chega ao mercado o site de online education Descomplica (www.descomplica.com.br). Direcionado para alunos, professores e escolas, o site oferece conteúdo de oito disciplinas (Biologia, História, Geografia, Física, Química, Matemática, Português e Redação) através de vídeos e áudio aulas com ênfase no ensino médio e pré-vestibular. Cada tema de uma determinada disciplina possui de quatro a seis vídeos, com cinco minutos de duração, seguido por um teste de múltipla escolha com resultado em tempo real.

No conteúdo de estreia, o Descomplica traz um especial com os todos os exercícios resolvidos dos últimos cinco anos de Enem e dos vestibulares da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Até o mês de abril, teremos conteúdos pré-vestibulares de várias outras universidades”, revela Marco Fisbhen, idealizador e diretor geral do site, e professor de Física. Ele diz que sempre quis aliar tecnologia à educação e conta que começou o negócio com uma produtora de vídeo voltada para a área. “O diferencial do Descomplica é priorizar as aulas em vídeo, uma maneira instigante e fácil de o estudante assimilar o conteúdo”, explica.

O valor da assinatura mensal é de R$ 19,90 a estudantes de todo o Brasil, que podem utilizar o PagSeguro e ter acesso ao portal e seus serviços. Já para os professores o acesso é gratuito. O portal também faz parcerias com escolas que cadastrarem seus alunos e professores.

O Descomplica faz parte do projeto que reúne outros três sites: um de aulas ao vivo (www.aulasaovivo.descomplica.com.br), um de tira-dúvidas (www.perguntaserespostas.descomplica.com.br) e os blogs das disciplinas do Descomplica (www.desconversa.com.br), ambos com acesso gratuito e picos de mais de 10 mil acessos semanais.

O Descomplica conta com uma equipe de 25 professores, que atuam na produção do conteúdo e monitoram a sessão de dúvidas online. No segundo semestre de 2010, a empresa recebeu investimentos do Gávea Angels, associação privada de pessoas físicas que investem em novas empresas de base tecnológica e inovadora, localizadas na região metropolitana do Rio de Janeiro.

Os professores de escolas cadastrados no Descomplica têm acesso gratuito ao conteúdo do site e podem utilizar o sistema para produzir conteúdos específicos sobre algum tema e realizar simulados com horários pré-estabelecidos.

STJ isenta Google de responsabilidade por agressões no Orkut

O Superior Tribunal de Justiça negou o pedido de indenização a uma usuária do Orkut que desejava processar o Google por um conteúdo ofensivo postado contra ela na rede social. Segundo o entendimento do STJ, o Google não poderá ser responsabilizado pela mensagem, já que não se pode exigir do provedor do serviço que se fiscalize todo o conteúdo do site.

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) já havia isentado o Google do pagamento de indenização por danos morais, por entender que a fiscalização pretendida pela autora, na prática, implica exame de todo o material que transita pelo site, tarefa que não pode ser exigida de um provedor de serviço de hospedagem, já que a verificação do conteúdo das veiculações implicaria restrição da livre manifestação do pensamento.

Contra essa decisão, o advogado da usuária interpôs recurso especial ao STJ sob a alegação de que “o site em questão configura uma prestação de serviços colocada à disposição dos usuários da rede”, por isso, existe responsabilidade objetiva. No recurso, o advogado afirmava ainda que o compromisso assumido de exigir que os usuários se identifiquem não foi honrado, o que gera a falha no serviço. Por fim, alegava negligência na prestação do serviço.

Para a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, apesar de gratuito, o Orkut exige que o usuário realize um cadastro e concorde com as condições de prestação do serviço, gerando um banco de dados com infinitas aplicações comerciais e, por isso, é inegável a relação de consumo nos serviços de internet.

A ministra entende também que a responsabilidade do Google deve ficar restrita à natureza da atividade por ele desenvolvida naquele site, ou seja, disponibilizar na rede as informações encaminhadas por seus usuários e assim garantir o sigilo, a segurança e a inviolabilidade dos dados cadastrais de seus usuários, bem como o funcionamento e a manutenção das páginas na internet que contenham as contas individuais e as comunidades desses usuários.

Em relação à fiscalização do conteúdo, a relatora considera que não se trata de uma atividade intrínseca ao serviço prestado, de modo que não se pode considerar defeituoso o site que não examina e filtra o material nele inserido. A verificação antecipada, pelo provedor, do conteúdo de todas as informações inseridas na web eliminaria um dos maiores atrativos da internet, que é a transmissão de dados em tempo real.

Segundo ela, seria impossível delimitar parâmetros de que pudessem se valer os provedores para definir se uma mensagem ou imagem é potencialmente ofensiva. “Entretanto, também não é razoável deixar a sociedade desamparada frente à prática, cada vez mais corriqueira, de se utilizar comunidades virtuais como artifício para a consecução de atividades ilegais”, declarou. A ministra destaca que os provedores de conteúdo, porém, devem assim que tiverem conhecimento inequívoco da existência de dados ilegais no site, removê-los imediatamente, sob pena de responderem pelos danos respectivos, mantendo, dessa forma, um sistema minimamente eficaz de identificação de seus usuários.

Governo italiano encerra investigação contra o Google

A autoridade antitruste italiana, a Agcm, decidiu acabar com uma investigação contra o Google por suposto abuso de sua posição dominante no mercado. O gigante das buscas era acusado de não deixar que empresas de comunicações utilizassem notícias publicadas no Google News, sem que seus nomes fossem excluídos dos resultados de pesquisas on-line.

De acordo com o governo italiano, o Google se comprometeu com Agcm a dar mais controle às editoras sobre seu próprio conteúdo. As empresas de mídia também reclamam que a ferramenta de buscas não tem critérios claros para escolher a ordem em que as notícias aparecem nas páginas de resultados. Uma investigação desses critérios corria na Justiça italiana desde meados de 2009.

Em comunicado enviado à imprensa americana, o Google informou que, desde o início das investigações, cooperou com os órgãos de Justiça italianos e buscou acordos com seus parceiros no ramo editorial. Para o site de buscas, a decisão do governo da Itália foi “mais uma prova” de que a companhia está disposta a ajudar os países europeus e a Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, no cumprimento das leis de proteção à competição. Com informações do New York Times e do The Wall Street Journal.

Como criar um blog profissional e auto-sustentável

A maioria das pessoas tem medo de divulgar uma ideia por que não querem que a mesma seja copiada. Mas o fato é que uma ideia de blog por si só não o torna rentável ou um sucesso. Para que traga retorno, é preciso transformá-la em um projeto ou plano de negócios.  Também é importante para um blog o conteúdo, por isso, é necessário que você tenha conhecimento ou afinidade com o tema.

A seguir seguem 10 passos básicos, indicados pelo diretor de operações da Blog Content, Edney Souza, para ajudar a preparar um bom projeto. São eles:

- Transforme suas ideias em palavras-chave

Antes de calcular esse potencial de audiência você deve converter sua ideia em palavras-chave. Isso ajudará a explorar variações do tema primário e a diversidade relacionada ao assunto sobre o qual você quer escrever.  Algumas ferramentas podem ajudar, como o Keywords Tool do Google Adwords e o Google Insights

2º – Avalie seus concorrentes

Quais são os blogs que tratam de assuntos iguais ou similares ao seu. Veja quais são os principais posts sobre cada assunto, quem é o blogueiro que os escreveu, quando eles foram escritos, quais aspectos positivos você encontra naqueles posts e o que você faria para melhorá-los.

Saber reconhecer o que seus concorrentes têm de positivo é o primeiro passo para avaliar sua ideia original e descobrir como fazer um blog melhor, que de alguma forma fique bem posicionado. Você deve ter pelo menos um aspecto mais interessante, ou algo de melhor qualidade do que cada um de seus concorrentes.

3º – Calcule seu potencial de audiência

No Keywords Tool, se você filtrar sua pesquisa por idioma português e localidade Brasil, terá a informação do volume de buscas mensais de cada palavra que você planejou utilizar no projeto do seu blog lá no primeiro item desta lista. A análise do volume de buscas dessas palavras chaves oferece uma ideia do potencial de audiência que o seu blog tem. Isso é uma informação essencial, mas não é a mais importante. Existe outra coluna que mostra a concorrência que existe em torno dos termos pesquisados.

Um termo com muitos acessos pode não ser necessariamente lucrativo, mas é bem provável que um com muita concorrência esteja sendo rentável para alguém. Equilibre alguns termos com bom volume de audiência e outros com grande concorrência, isso vai ajudar seu blog a ter visibilidade e gerar negócios.

Com base no volume mensal de buscas das suas principais palavras-chave e na audiência de seus concorrentes (que pode ser estimado com o Google Ad Planner) é possível calcular um patamar de audiência que você deseja alcançar, e daí traçar um plano para alcançar esses valores.

4º – Mapeie possíveis anunciantes

Use as palavras chaves que escolheu para analisar anunciantes que as usam. Veja quem são os líderes nesses segmentos, que produtos elas vendem, onde elas atuam, que tipo de consumidor elas procuram atingir etc. Assim, será mais fácil definir seu público-alvo. Para que um blog profissional tenha muito sucesso não basta ter muita audiência; é preciso que essa audiência chegue ao seu blog com intenção de compra, o que a deixa mais receptiva aos anúncios que você veicula.

5º – Monte um projeto editorial

Quais serão as categorias do seu blog? Com qual periodicidade você escreverá em cada uma delas? Você terá outros blogueiros colaborando? Qual o tipo de linguagem a ser usada? Qual o perfil do seu público-alvo? Você fará uso de fotos, vídeos, podcast? Com que frequência?

6º – Levante seus custos de produção

Se você for fazer tudo por conta própria é importante se preparar para gastar com wireframe, layout e configuração do blog (despesas iniciais) e hospedagem e revisão (despesas mensais).

7º – Defina formatos e valores

Antes de mais nada, é importante definir quanto você quer lucrar com esse blog e qual é o valor mínimo para ele começar a valer a pena. Veja quanto tempo você vai ter de investir e quanto tempo vai demorar para recuperar seu investimento. Depois, defina quais formatos de publicidade você vai aceitar. Pode-se encontrar alguns dos formatos de banner nessa página: Google Adsense Ad Formats. Pense também em posts patrocinados, alteração de background, vinheta em podcasts etc.

Para definir os valores basta dividir a receita mensal que você deseja pelo inventário total do blog (o volume mensal de pageviews). Vale lembrar que é muito raro você vender 100% do inventário, então nessa conta você deve considerar a venda de apenas uma pequena parcela (10% ou menos). Depois de fechar as primeiras campanhas você conseguirá negociar uma quantidade cada vez maior, porém é bem raro chegar a mais de 50% de todos os pageviews.

Se é tão difícil vender esse inventário, como os portais sempre estão exibindo anúncios? Além de uma estrutura comercial maior e mais experiente que a sua, eles também usam diversos anúncios de produtos e serviços do próprio portal, bem como de produtos e serviços que pagam apenas por clique ou venda. São os chamados calhaus. Você pode usar programas de afiliados como o Boo-box, Google Adsense ou Mercado Livre como calhaus quando não tiver anunciantes.

Como saber se os valores que você está cobrando são compatíveis com o mercado? Dê uma olhada na tabela de preços de outros blogs. Você consegue encontrar essa informação em diversos mídia kits de blogs buscando no Google pelas palavras: mídia kit blog.

8º – Capriche no seu currículo

Muitas vezes o grande diferencial de um blog é o autor. Coloque os dados básicos (nome, foto, profissão, sexo, idade, formação) e adicione também experiência profissional, cursos, eventos, palestras, artigos, prêmios e qualquer outro material que possa pesar a balança a seu favor.

9º – Não cometa erros básicos

Leia este post com calma: 20 Common Mistakes Made By New Bloggers – e se você não sabe ler inglês, é bom começar a aprender. Os posts com as melhores dicas sobre como divulgar seu blog são escritos lá fora, onde esse mercado já está melhor estabelecido.

10º – Invista na divulgação

Nesse post: 101 Ways to Get Quality Backlinks To Your Blog você encontra diversas maneiras de propagandear seu blog pela internet. Talvez você se depare com várias ferramentas que não conhece ao ler esse texto, portanto gaste um tempo estudando-as.

WordPress desafia usuários a fazer um post por dia em 2011

Em vez de fazer promessas para o ano novo, a ferramenta de publicação de conteúdo WordPress lançou um desafio para seus usuários: criar um post por dia, ou por mês, em seus blogs durante todo o ano de 2011. O programa, chamado de Daily Post e lançado na virada do ano, não é um concurso, apenas uma forma encontrada pela companhia de inspirar blogueiros ao redor do mundo.

A ideia do Daily Post saiu de uma enquete realizada pelo Mashable, um dos blogs de redes sociais mais lidos do mundo, no fim do ano passado. A pesquisa perguntava qual era o principal objetivo dos leitores para 2011, e a resposta mais encontrada foi “deixar de consumir conteúdo social para passar a produzir o próprio conteúdo”.

O WordPress também cirou um blog, chamado de Daily Post Blog, em que publica algumas dicas diárias para ajudar blogueiros e incentivar os que quiserem participar do desafio. A companhia ainda anunciou algumas novidades, como o botão Press This, que serve para publicar textos automaticamente, sem necessidade de revisão, e uma série de aplicativos móveis úteis para postagens rápidas, semelhantes às do Twitter.

Para os blogueiros que quiserem participar do desafio de um post por dia, basta colocar a tag “postaday2011” em todos os textos publicados. Para os que preferirem o desafio semanal, a tag é “postaweek2011”.