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Razorfish põe no ar campanha digital de tênis lançado no mercado brasileiro

A agência de marketing digital Razorfish colocou no ar a campanha digital do GEL-Speedstar 5, novo tênis que a Asics lançou no mercado brasileiro. Uma das estratégias adotadas pela agência foi a criação de um canal de comunicação direta com o consumidor por meio do perfil da Asics Brasil no Twitter (http://twitter.com/ASICSBrasil#). Também foi desenvolvido um hotsite (http://www.asicsspeedstar5.com.br/#/home/) no qual os internautas podem conferir mais informações sobre o produto e sobre o perfil dos quatro corredores eleitos “embaixadores” da marca.

“A ideia é que o Twitter estimule uma maior interação entre a Asics, os corredores e o público por meio do compartilhamento de informações sobre treinos, alimentação e metas” explica Rodrigo Esteves, diretor de criação da Razorfish Brasil. “Queremos que o Twitter transforme-se em um canal relevante e autêntico para o consumidor da marca”, acrescenta Fernando Tassinari, general manager da agência.

Desenvolvido em Adobe Flash, o hotsite apresenta de forma interativa todos os detalhes técnicos do GEL-Speedstar 5. Para isso, basta o usuário clicar em cada uma das partes do tênis. Outro recurso que possibilita conhecer melhor o lançamento é a imagem 360º, pela qual é possível visualizar o produto por todos os ângulos. Também dá para navegar pelas seis opções de cores.

Google tem a menor taxa de sucesso em buscas entre os concorrentes

Apesar do domínio absoluto do Google no mercado de buscas on-line no Brasil, a ferramenta já dá sinais de defasagem em relação aos concorrentes. Estudo do Hitwise, serviço de pesquisas da Serasa Experian, revela que o Google foi responsável por 92,15% das buscas na internet feitas no país entre novembro do ano passado e janeiro. Em segundo lugar aparece o Bing, da Microsoft, com apenas 3,67% das pesquisas.

No entanto, o serviço de buscas que apresentou maior taxa de sucesso no trimestre foi o do portal UOL, cujo índice de buscas que resultaram em acesso a sites foi de 88,68%. Em seguida vem o Bing, com taxa de sucesso de 84,64%, acompanhado pelo Yahoo, que, quase inexpressivo em quantidade de buscas feitas, atingiu 80,34% de êxito. O Google Brasil aparece em quinto lugar, atrás da versão em português do Yahoo, com taxa de sucesso de 72,89%.

De acordo com o presidente de marketing da Serasa Experian para América Latina, Juliano Marcílio, a pesquisa mostram um crescimento sustentável do Bing, que também apresentou bom desempnho nas buscas feitas em seu site. Para ele, esse quadro aponta, no longo prazo, para um mercado de buscas on-line mais competitivo no Brasil.

A pesquisa foi realizada num período de 12 semanas, encerrado em 29 de janeiro. O estudo analisou o tráfego de 270 mil sites de buscas, gerado por 500 mil internautas espalhados proporcionalmente por todo o território nacional, de forma a representar a população on-line do país.

Mídias sociais no Brasil são pautadas por mídias tradicionais, diz estudo

As mídias sociais no Brasil são completamente pautadas pelas mídias tradicionais, mas a recíproca ainda não é verdadeira. A conclusão é de um estudo qualitativo conduzido pela agência de marketing JWT Brasil, que comparou a repercussão de assuntos veiculados pelas revistas Veja e Época e o Jornal Nacional, da TV Globo, com dados do Facebook, Google e Twitter durante o ano passado.

De acordo com o diretor de estratégias digitais da JWT, Patrice Lamiral, o fenômeno acontece, principalmente, porque os dois tipos de mídia têm “vocações” diferentes. Enquanto os veículos de imprensa, que representam as mídias tradicionais, exercem um trabalho de curadoria de informações, ou seja, escolher o que vale a pena ser noticiado, as mídias sociais tem o papel de discutir esses assuntos e abrir espaço para que todas as pessoas possam conversar sobre eles.

Cris Dias, também da JWT, completa afirmando que as chamadas mídias tradicionais hoje funcionam como fontes de informações brutas, sem reflexão, enquanto as mesmas informações são encontradas nas mídias sociais, mas com mais intensidade.

Dias cita o exemplo do filme “A Origem” (Christopher Nolan, 2010), que durante o ano passado inteiro teve apenas duas citações na imprensa – uma resenha crítica na Veja e outra na Época –, e no Twitter foi um dos mais comentados durante vários meses por milhares de pessoas, inclusive antes de chegar aos cinemas.

Lamiral, no entanto, não acredita que o cenário traçado pelo estudo seja um problema, mas apenas uma constatação da realidade brasileira, com suas particularidades sociais e culturais. Ele defende que é possível aumentar a influência das redes sociais sobre a imprensa tradicional, mas o modelo de negócio atual, dominado por grandes portais e sites de jornais tradicionais, não dá espaço para a repercussão de opiniões de internautas.

Na visão de Lamiral, os blogs, redes sociais e internautas ainda precisam aumentar sua produção própria de conteúdo de qualidade para que outras fontes de informação possam ser absorvidas pelos modelos tradicionais de produção de conteúdo.

iPhone é eleita a marca mais social de 2010

A palavra iPhone foi escolhida a marca mais social do ano passado, de acordo com o ranking Vitrue 100. A lista elege anualmente as marcas comerciais que mais repercutiram, interagiram e participaram das redes sociais.

O nome do smartphone da Apple liderou o ranking pelo segundo ano consecutivo, pois foi a marca que mais teve repercussão entre os internautas, principalmente usuários do Facebook e Twitter. A Apple, por sua vez, ficou em sétimo lugar por causa da grande quantidade de compradores e entusiastas de seus produtos.

Em segundo lugar no ranking ficou o BlackBerry, o smartphone de Research In Motion (RIM), seguido pela Disney e pelo Android, o sistema operacional para dispositivos móveis do Google. O iPad, o tablet PC fabricado pela Apple ocupou o quinto lugar no ranking, confirmando a hegemonia da fabricante de eletrônicos nas redes sociais.

O sucesso da empresa de Steve Jobs causou estranhamento entre os blogueiros ao redor do mundo. Eles argumentam que a companhia não tem muitas iniciativas para se manter em contato com seus clientes, como perfis no Facebook e no Twitter, e ainda assim aparecem mais bem avaliadas que a Coca-Cola, por exemplo, que tem tradição de investimentos em marketing, principalmente digital. A Coca-Cola ficou em novo lugar no ranking.

Twitter é usado por 8% dos internautas americanos

Apesar de ter se tornado uma verdadeira febre mundial, o Twitter ainda é usado por apenas 8% dos internautas americanos, sendo que os maiores usuários são jovens adultas que vivem nas cidades. Levantamento feito pela empresa de pesquisas Pew Research Center, 10% das internautas nos Estados Unidos usam a rede de microblogs, enquanto apenas 7% dos internautas homens a utilizam.

Em relação à idade, o maior uso do Twitter nos Estados Unidos está entre as pessoas que têm entre 18 e 29 anos. Catorze por cento dos usuários de internet deste grupo têm contas na rede de relacionamentos, ao passo que 7% dos que têm entre 30 e 49 anos e 6% dos que têm entre 50 e 64 anos as têm.

Dos internautas que vivem em áreas urbanas, 11% usam o Twitter e 5% dos que vivem em zonas rurais o usam. Os internautas hispânicos são os que mais usam a rede de microblogs (18%), seguidos pelos negros (13%).