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Claro faz parceria com Groupon e cria site de compras coletivas

A Claro é a primeira operadora a entrar no segmento de compras coletivas. Em parceria com o Groupon, que fornecerá o sistema e compartilhará os acordos comerciais, a operadora colocará no ar, no segundo trimestre, seu portal de compras coletivas.

De acordo com Fiamma Zarife, diretora de serviços de valor agregado e roaming da Claro, o serviço estará disponível primeiramente na web e depois no celular, tão logo esteja integrada a ferramenta para pagamento, já usada pelos bancos nas transações financeiras com o chip da operadora. A interface móvel estará disponível para 100% da base de assinantes, baseada em Wap, SIMCard (Menu Claro) e SMS. O portal também terá, futuramente, aplicativos para os principais sistemas operacionais.

Segundo Fiamma, a Claro terá ofertas exclusivas para os assinantes, sempre relacionadas ao serviço da operadora. “Estamos colocando nossos próprios serviços. Podemos ter um pacote de dados, conteúdos, handsets, tablets”, explica ela. A operadora não revela o modelo de negócio com o Groupon. “É um portal da Claro, como se fosse powered by Groupon. Como não queríamos lançar a partir do zero usamos o sistema deles”, diz a executiva. O usuário do portal Claro de compras coletivas também contará com um sistema de alertas diários via SMS e MMS.

Adobe permite editoras inscreverem publicações na App Store e no Google One Pass

Adobe Systems, fabricante de software de editoração eletrônica e design gráfico, anunciou que o Adobe Digital Publishing Suite vai permitir que editoras de revistas e jornais se inscrevam na Apple App Store e no Google One Pass. Atualmente disponível como tecnologia de pré-lançamento, o software, segundo a empresa, já está sendo usado pelas maiores editoras do mundo para criar e distribuir títulos icônicos em tablets.

Contando com 130 títulos já disponíveis para compra e download, a adição de outros recursos de assinatura aumenta as oportunidades de negócio para as editoras – incluindo mais de 3 mil editoras e autores atualmente participando do programa de pré-lançamento do Adobe Digital Publishing Suite.

O Adobe Digital Publishing Suite suporta várias formas de pagamento: conteúdo gratuito, compra de uma única edição e, para editoras, a possibilidade de integrar seus atuais sistemas de comércio eletrônico para criar pacotes de edições digitais e impressas, entre outras ofertas. No pré-lançamento há suporte para assinaturas da Apple App Store quando usada com um servidor de direitos da editora. O suporte para as assinaturas da Apple App Store e Google One Pass estará disponível em breve, afirma a empresa.

Endereços IP de organismo internacional devem se esgotar até o fim de janeiro

O número de endereços IP do IANA, organismo internacional que controla a distribuição dos  mega-blocos IP no mundo, deve se esgotar até o final de janeiro.  Quem faz o alerta é o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br), instituição que gerencia e controla a atribuição dos números IP no mundo. 

Segundo a organização, devem sobrar apenas os estoques de endereços IP das entidades regionais, ou seja, Arin (América do Norte), Lacnic (América Latina), AfricNic (África), Apnic e RieNCC (Europa, Ásia e Oceania) e o Nic.br, do Brasil. Segundo o analista de projetos do Nic.br, Rodrigo Regis dos Santos, o estoque da África deve se encerrar já no final deste ano, enquanto o da América Latina e do Brasil devem durar cerca de dois anos.

Para o analista, que participou como palestrante de um painel na Campus Party sobre a importância do IPv6 para a continuidade da web,  o crescimento da internet na África e a explosão por dispositivos móveis inteligentes, como smartphones, PDAs e tablets, foram os principais responsáveis pelo aumento significativo da demanda por endereços IP e seu conseqüente esgotamento. O novo protocolo IPv6 equivale a cerca de 5,6 x 10 (elevado a 28º potência) de endereços, número muito maior que os 4,294 bilhões de endereços possíveis do IPv4.

Redes sociais se tornarão ferramentas de gestão do conhecimento, prevê estudo

As redes sociais, como Facebook e Twitter, serão utilizadas neste ano tanto como ferramentas de produtividade dentro das empresas quanto como canal de relacionamento com os clientes, de acordo com um estudo da Unisys, empresa de tecnologia da informação voltada a soluções de missão crítica.

Ainda de acordo com o estudo, no âmbito da tecnologia da informação, a chamada “consumerização” de TI (que significa como os equipamentos pessoais e as redes sociais, utilizadas pela sociedade de modo geral, estão ganhando espaço nas empresas) deverá se expandir mais rapidamente. Os dispositivos móveis, como smarthphones e tablets, além dos computadores pessoais, tendem a ganhar funcionalidades corporativas, permitindo o usuário final acessar recursos da empresa através desses equipamentos. Por outro lado, as organizações necessitarão modernizar o acesso ao usuário pelos dispositivos móveis e, ainda, oferecer suporte de uso.

No que tange à segurança virtual, para a Unisys, as organizações trabalharão cada vez mais para integrar a infinidade de sistemas físicos e digitais em painéis de controle únicos que lhes permitam monitorar melhor as ameaças à segurança em toda a organização.

Google compra empresa de tecnologia de leitores eletrônicos

Seguindo a estratégia de aquisição de empresas de menor porte ou start-ups para ampliar seu portfólio tecnológico, o Google anunciou nesta sexta-feira, 14, a compra da eBook Technologies, desenvolvedora de leitores eletrônicos e de programas de distribuição de conteúdo.

O valor da transação não foi revelado e o anúncio foi feito pela empresa adquirida em seu próprio site.

A eBook afirma que a aquisição pelo Google vai ampliar ainda mais a possibilidade da empresa de oferecer uma experiência qualitativa de leitura digital em tablets, e-readers e outros dispositivos portáteis.

Até o momento, o Google não se pronunciou sobre o negócio

O desafio de juntar marketing e tecnologia

Estudo feito pelo CMO Council e pela Accenture aponta que uma transformação operacional é necessária nas áreas de marketing e tecnologia para adoção de novas ferramentas de marketing digital.

O foco é a atração, manutenção e melhoria da relação com os consumidores, além de crescimento do faturamento. O relatório ainda revela que os executivos das áreas não acreditam que são efetivamente parceiros, já que lutam por atingir objetivos parecidos.

A pesquisa foi realizada com 320 profissionais de marketing e 300 de TI, para entender os desafios, o momento atual de mercado e impressões das expectativas dos clientes, que afeta a sinergia entre as duas áreas.

Poucos dos entrevistados de TI acreditam que suas companhias estão preparadas para explorar novos canais digitais, apesar de compartilharem a convicção que a tecnologia sustenta e modela toda a experiência do consumidor. Apenas 4% dos participantes declararam que suas organizações estão muito bem preparadas para explorar os canais de marketing digital. Oito porcento dos profissionais de marketing e 6% dos de TI disseram acreditar que os dados e a análise de informações são completamente integrados, enquanto aproximadamente 1/3 (29% de marketing; 27% de TI) afirmaram ter dificuldades em unir as capacidades analíticas críticas ou acreditam que elas não estão integradas.

Como os consumidores aumentam a sua demanda para estarem sempre conectados, novas opções de serviços e experiências interativas, 78% dos profissionais de marketing e 68% dos de TI pensam que o marketing digital é importante para suas organizações. No entanto, respectivamente, apenas 35% e 10% disseram que suas companhias estão “profundamente comprometidas e investiram” na área.

“A importância do marketing digital e de integrar os canais online e offline é reconhecida, mas as empresas precisam dar um passo a frente para alinharem as estratégias entre as áreas de marketing e TI”, disse Tim Breene, líder do Accenture Interactive.  64% dos executivos de marketing e 48% dos de TI disseram ter tido problemas ou desafios na implementação de soluções de marketing ou projetos de TI para melhorar a eficiência da área.

As áreas de TI e marketing não parecem preparadas para capitalizar os investimentos uma vez que eles tenham sido feitos. Fundos insuficientes (citado por 59% dos executivos de marketing) e falta de entendimento das oportunidades pelos gestores (46% dos executivos de TI) são apontados como problemas primários pelos entrevistados.

Existe uma desconexão entre os executivos de TI e marketing. Enquanto 58% dos profissionais de TI afirmaram estar liderando ou delineando a estratégia digital das companhias, 19% dos profissionais de marketing disseram reconhecer que TI é a responsável por essas decisões. Enquanto isso, 69% dos executivos de marketing declararam serem responsáveis por esse planejamento.

Do lado da tecnologia, 30% disseram que falta tempo e recursos para auxiliar o marketing, 39% têm a ressalva que o marketing toma um atalho e trabalha diretamente com o fornecedor; e 31% disse que a área impede o progresso tomando o controle do processo e isolando a TI da escolha de soluções de marketing, estratégia ou implementação.