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IBM anuncia softwares que aceleram a tomada de decisão na era do Big Data

A IBM lançou nesta semana a versão 10 do software de gerenciamento de bancos de dados relacionais DB2 e também do InfoSphere, um software de data warehouse.

Projetadas para atuar em contexto de big data (grandes dados), as soluções possibilitam a compressão automática de dados, redução do espaço de armazenamento e aumento da velocidade na execução de consultas.

De acordo com a fabricante, o lançamento ajudará os clientes a “domar o dilúvio de dados” nas corporações e a acelerar os processos de negócios, tornando mais fácil a obtenção de”insights” por parte dos tomadoes de decisão.

A fornecedora explica que a solução não para de acessar, comprimir e analisar os dados, liberando a equipe de TI para trabalhar em tarefas de maior valor.

O lançamento da IBM soa como um alento para corporações que lutam para transformar montanhas de dados em inteligência a ser usada em favor da modernização e da competitividade do negócio.

Os especialistas da IBM destacam que esse desafio tem sido agravado dia após dia, com o surgimento de novas aplicações de alto desempenho que exigem o acesso imediato a novos tipos e quantidades maciças de dados originados em redes sociais, sensores e dispositivos móveis, sem contar os dados gerados exponencialmente dentro dos aplicativos de negócio.

A Coca-Cola Bottling Company, maior engarrafador independente de produtos Coca-Cola nos Estados Unidos, é apresentada pela IBM como um case de experimentação do DB2 10 para impulsionar o desempenho e reduzir  custos de software e hardware.

“A Coca Cola Bottling Company economizou mais de US$ 1 milhão ao longo dos últimos quatro anos em licenciamento, manutenção e custos de armazenamento, migrando do Oracle para o software de banco de dados da IBM”, testemunha Tom DeJuneas , gerente de equipe de TI da indústria.

Obstáculos organizacionais barram uso eficaz de Big Data, diz estudo

Para a área de marketing, a mais bela promessa dos grandes dados (Big Data) é permitir uma compreensão mais completa de cada cliente, para criação de publicidade dirigida exatamente àquele indivíduo. Mas a integração e o uso eficaz desses dados se revelam ainda mais desafiantes do que se imaginava, diante de obstáculos organizacionais e dificuldades as mais variadas de implementação.

A conclusão é de pesquisa realizada em fevereiro último pelo centro de liderança global de marcas da Columbia Business School, em parceria com a associação de marketing NYAMA, em Nova York (EUA).

De acordo com o estudo, mais da metade (51%) dos profissionais de marketing entrevistados disseram que, em se tratando de Big Data, o maior desafio é a falta de compartilhamento de dados entre os departamentos da empresa.

Além disso, apesar da grande quantidade de dados que os profissionais podem obter, 42% dos entrevistados disseram ser ainda muito difícil vinculá-los a clientes individuais, enquanto 45% disseram que o maior desafio é a personalização de comunicação de marketing de comunicação, fator diretamente relacionado com a capacidade de vincular dados a clientes individuais.

Em torno de 39% dos profissionais relataram dificuldade na coleta de dados com a rapidez requerida para personalização imediata de mensagens das marcas. A pesquisa também descobriu que os dados mais populares coletados por áreas de marketing nos Estados Unidos são informação demográfica (74%), dados de transação de clientes (64%) e dados de uso do cliente (60%).

Os autores do estudo assinalam que, embora os canais digitais configurem sólidas fontes de dados, apenas 35% dos profissionais monitoram conteúdo de mídia social. Os que monitoram influenciadores nessas plataformas de relacionamento somam 33%, e os que rastreiam dados móveis de clientes não passam de 19%.

Segundo os analistas, sem a capacidade de integrar a coleta de Big Data com processos de uso dos mesmos, as empresas irão falhar na entrega aos clientes de experiência com a marca verdadeiramente personalizada e multicanal. Solucionar essa questão, ou seja, ligar Big Data a ação, se torna vital, e quem resolver o imbróglio ganhará vantagem diante da concorrência, eles garantem.

(com informações do site eMarketer)

Os desafios de mídias sociais e Big Data devem unir Marketing e TI, diz especialista

Tendências como a popularização da computação social e a explosão do conteúdo digital disponível no mundo colocam em evidência uma questão ainda espinhosa em muitas empresas: o papel da TI e do Marketing nas estratégias de uso de plataformas de relacionamento e de informações em prol dos negócios.

“As ferramentas sociais, desde redes até CRM, passando por BI e Big Data, são um desafio comum desses dois departamentos, mas eles não sabem trabalhar juntos”, afirma o Chief Data Officer da Boa Vista Serviços, Mario Faria. O executivo foi um dos participantes do painel “O desafio da integração de TI e redes Sociais”, realizado hoje, dia 13, no Web Expo Forum, em São Paulo (SP).

Segundo Faria, gestores de marketing em todo o mundo, inclusive no Brasil, elegeram a explosão de dados (Big Data) e as mídias sociais como os maiores desafios da área, atualmente. “Mas eles não podem realizar projetos envolvendo Big Data ou Social CRM sem o apoio da TI, da mesma forma que a TI precisa conhecer o ambiente de mídias sociais”, diz o CDO.

Big Data incorpora múltiplos conjuntos de dados — online, offline, de clientes, da concorrência etc – e permite abordagem mais holística da inteligência de negócios. Na área de marketing, permite, entre outras coisas, a obtenção de insights sobre interesses e preferências dos consumidores.

Levantamento feito este ano pela empresa de coleta e monitoramento de dados da web, Connotate, junto a gestores de agregação de dados nos Estados Unidos, constatou que o conceito de Big Data permanece confuso para as empresas.  A pesquisa revela, ainda, que o maior uso de Big Data tem sido para monitorar a concorrência e a própria marca (60% e 52%, respectivamente). Muitos negócios também já se valem do conceito em estratégias de marketing relacionadas com precificação e informações de produtos (40%).

Para Faria, Big Data é sinônimo de “comportamento humano” e deve ser analisado de forma a fazer sentido para o negócio. Para dar uma ideia do tamanho do imbróglio para as empresas, ele afirma que a montanha de informações geradas no mundo em 2011, se gravadas em DVDs, geraria uma pilha equivalente ao percurso de ida e volta à lua. O executivo lembra que a explosão de dados tem multiplicado o número de corporações globais cujos data warehouse (DW) já atingiram a casa dos Petabytes.  No topo da lista, segundo ele, está o portal eBay, com 8 Petabytes, seguido do Walmart (2,5 Petabytes) e Bank of America (1,5 Petabytes).