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Evento da Oracle mostra soluções que ajudam empresas a lidar com big data

A Oracle realizará no dia 26 de abril próximo, em São Paulo (SP), o “Oracle Big Data and Extreme Analytics Summit”, para mostrar as ofertas da marca relacionadas com administração, organização e análise de grandes dados (big data). O evento é gratuito e com vagas limitadas.

Segundo Samuel Baccin, diretor de vendas de sistemas da Oracle do Brasil, o grande volume de informações não estruturadas geradas diariamente pelas empresas se tornou um desafio para equipes de TI, a quem cabe a tarefa de transformar a enxurrada permanente de dados em inteligência útil ao negócio.

“O objetivo deste evento é mostrar o tamanho deste desafio e quais ferramentas a Oracle oferece para auxiliá-lo na gestão do big data, destacando benefícios efetivos de cada solução e os resultados que podem ser obtidos com as implementações”, diz Baccin.

No seu portfólio, a fornecedora destaca as soluções  Oracle Advanced Analytics,Oracle Business Intelligence, Oracle Data Integrator, Oracle Data Mining, Oracle Exadata Database Machine, Oracle Multimedia, Oracle Semantic Technologies, Oracle Spatial, Oracle Text, Oracle XML DB,  Oracle NoSQL Database, Oracle Big Data Appliance e Oracle Database 11g.

Oracle Big Data and Extreme Analytics Summit
Data/horário: 26 de abril de 2012, quinta-feira, das 8h30 às 12h30.
Local: Hotel Renaissance, Sala América do Sul, na Alameda Santos, nº 2233, São Paulo (SP).
Inscrições: pelo e-mail saopaulo@anceventos.com ou pelo telefone 0800 772 6282.
O evento é gratuito e as vagas são limitadas, sujeitas à confirmação.
Mais informações, clique aqui.

IBM anuncia softwares que aceleram a tomada de decisão na era do Big Data

A IBM lançou nesta semana a versão 10 do software de gerenciamento de bancos de dados relacionais DB2 e também do InfoSphere, um software de data warehouse.

Projetadas para atuar em contexto de big data (grandes dados), as soluções possibilitam a compressão automática de dados, redução do espaço de armazenamento e aumento da velocidade na execução de consultas.

De acordo com a fabricante, o lançamento ajudará os clientes a “domar o dilúvio de dados” nas corporações e a acelerar os processos de negócios, tornando mais fácil a obtenção de”insights” por parte dos tomadoes de decisão.

A fornecedora explica que a solução não para de acessar, comprimir e analisar os dados, liberando a equipe de TI para trabalhar em tarefas de maior valor.

O lançamento da IBM soa como um alento para corporações que lutam para transformar montanhas de dados em inteligência a ser usada em favor da modernização e da competitividade do negócio.

Os especialistas da IBM destacam que esse desafio tem sido agravado dia após dia, com o surgimento de novas aplicações de alto desempenho que exigem o acesso imediato a novos tipos e quantidades maciças de dados originados em redes sociais, sensores e dispositivos móveis, sem contar os dados gerados exponencialmente dentro dos aplicativos de negócio.

A Coca-Cola Bottling Company, maior engarrafador independente de produtos Coca-Cola nos Estados Unidos, é apresentada pela IBM como um case de experimentação do DB2 10 para impulsionar o desempenho e reduzir  custos de software e hardware.

“A Coca Cola Bottling Company economizou mais de US$ 1 milhão ao longo dos últimos quatro anos em licenciamento, manutenção e custos de armazenamento, migrando do Oracle para o software de banco de dados da IBM”, testemunha Tom DeJuneas , gerente de equipe de TI da indústria.

Obstáculos organizacionais barram uso eficaz de Big Data, diz estudo

Para a área de marketing, a mais bela promessa dos grandes dados (Big Data) é permitir uma compreensão mais completa de cada cliente, para criação de publicidade dirigida exatamente àquele indivíduo. Mas a integração e o uso eficaz desses dados se revelam ainda mais desafiantes do que se imaginava, diante de obstáculos organizacionais e dificuldades as mais variadas de implementação.

A conclusão é de pesquisa realizada em fevereiro último pelo centro de liderança global de marcas da Columbia Business School, em parceria com a associação de marketing NYAMA, em Nova York (EUA).

De acordo com o estudo, mais da metade (51%) dos profissionais de marketing entrevistados disseram que, em se tratando de Big Data, o maior desafio é a falta de compartilhamento de dados entre os departamentos da empresa.

Além disso, apesar da grande quantidade de dados que os profissionais podem obter, 42% dos entrevistados disseram ser ainda muito difícil vinculá-los a clientes individuais, enquanto 45% disseram que o maior desafio é a personalização de comunicação de marketing de comunicação, fator diretamente relacionado com a capacidade de vincular dados a clientes individuais.

Em torno de 39% dos profissionais relataram dificuldade na coleta de dados com a rapidez requerida para personalização imediata de mensagens das marcas. A pesquisa também descobriu que os dados mais populares coletados por áreas de marketing nos Estados Unidos são informação demográfica (74%), dados de transação de clientes (64%) e dados de uso do cliente (60%).

Os autores do estudo assinalam que, embora os canais digitais configurem sólidas fontes de dados, apenas 35% dos profissionais monitoram conteúdo de mídia social. Os que monitoram influenciadores nessas plataformas de relacionamento somam 33%, e os que rastreiam dados móveis de clientes não passam de 19%.

Segundo os analistas, sem a capacidade de integrar a coleta de Big Data com processos de uso dos mesmos, as empresas irão falhar na entrega aos clientes de experiência com a marca verdadeiramente personalizada e multicanal. Solucionar essa questão, ou seja, ligar Big Data a ação, se torna vital, e quem resolver o imbróglio ganhará vantagem diante da concorrência, eles garantem.

(com informações do site eMarketer)

Os desafios de mídias sociais e Big Data devem unir Marketing e TI, diz especialista

Tendências como a popularização da computação social e a explosão do conteúdo digital disponível no mundo colocam em evidência uma questão ainda espinhosa em muitas empresas: o papel da TI e do Marketing nas estratégias de uso de plataformas de relacionamento e de informações em prol dos negócios.

“As ferramentas sociais, desde redes até CRM, passando por BI e Big Data, são um desafio comum desses dois departamentos, mas eles não sabem trabalhar juntos”, afirma o Chief Data Officer da Boa Vista Serviços, Mario Faria. O executivo foi um dos participantes do painel “O desafio da integração de TI e redes Sociais”, realizado hoje, dia 13, no Web Expo Forum, em São Paulo (SP).

Segundo Faria, gestores de marketing em todo o mundo, inclusive no Brasil, elegeram a explosão de dados (Big Data) e as mídias sociais como os maiores desafios da área, atualmente. “Mas eles não podem realizar projetos envolvendo Big Data ou Social CRM sem o apoio da TI, da mesma forma que a TI precisa conhecer o ambiente de mídias sociais”, diz o CDO.

Big Data incorpora múltiplos conjuntos de dados — online, offline, de clientes, da concorrência etc – e permite abordagem mais holística da inteligência de negócios. Na área de marketing, permite, entre outras coisas, a obtenção de insights sobre interesses e preferências dos consumidores.

Levantamento feito este ano pela empresa de coleta e monitoramento de dados da web, Connotate, junto a gestores de agregação de dados nos Estados Unidos, constatou que o conceito de Big Data permanece confuso para as empresas.  A pesquisa revela, ainda, que o maior uso de Big Data tem sido para monitorar a concorrência e a própria marca (60% e 52%, respectivamente). Muitos negócios também já se valem do conceito em estratégias de marketing relacionadas com precificação e informações de produtos (40%).

Para Faria, Big Data é sinônimo de “comportamento humano” e deve ser analisado de forma a fazer sentido para o negócio. Para dar uma ideia do tamanho do imbróglio para as empresas, ele afirma que a montanha de informações geradas no mundo em 2011, se gravadas em DVDs, geraria uma pilha equivalente ao percurso de ida e volta à lua. O executivo lembra que a explosão de dados tem multiplicado o número de corporações globais cujos data warehouse (DW) já atingiram a casa dos Petabytes.  No topo da lista, segundo ele, está o portal eBay, com 8 Petabytes, seguido do Walmart (2,5 Petabytes) e Bank of America (1,5 Petabytes).

Definição de “Big Data” permanece confusa para empresas

O conceito de Big Data se torna mais presente na indústria de publicidade online, mas ainda há incertezas quanto à sua definição e ao seu uso eficaz. Além disso, as dificuldades em acumular, analisar e utilizar grandes e diferentes conjuntos de dados têm sido uma barreira para a maximização do uso de Big Data nas companhias. A constatação é da empresa de coleta e monitoramento de dados da web, Connotate, após ouvir gestores de agregação de dados nos Estados Unidos.

Big Data incorpora múltiplos conjuntos de dados — online, offline, de clientes, da concorrência etc – e permite abordagem mais holística da inteligência de negócios. Na área de marketing, por exemplo, possibilita a obtenção de insights sobre interesses e preferências dos consumidores, de forma a melhorar programas de retenção e aquisição de clientes.

No levantamento feito pela Connotate, 21% dos entrevistados não sabem como definir Big Data. Quase metade (49%), entende se tratar de agregado de todos os dados baseados na web, internos ou externos, disponíveis para a inteligência do negócio.  O termo é visto por 16% dos respondentes como informações internas em massa armazenadas e gerenciadas por uma empresa, enquanto outros 7% acreditam se tratar de dados baseados na web e conteúdo de negócio usados para as operações próprias da companhia.

A pesquisa revela, ainda, que o maior uso de Big Data tem sido para monitorar a concorrência e a própria marca (60% e 52%, respectivamente). Muitos negócios também já se valem do conceito em estratégias de marketing relacionadas com precificação e informações de produtos (40%).