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Brasil já é o 2º em número de usuários no Facebook, atrás apenas dos EUA

Menos de duas semanas após anunciar que o Brasil tomou da Indonénia a terceira posição na lista de nações com mais usuários no Facebook, a Social Bakers informa que o país subiu mais uma casa, ultrapassou a Índia e assumiu o segundo lugar no ranking global.

Segundo a empresa de pesquisas e consultoria em mídias digitais, os usuários do Brasil cadastrados no Facebook superam 46,3 milhões, atrás apenas dos norte-americanos, que somam mais de 157,2 milhões de cadastrados na plataforma social. Confira no quadro abaixo o ranking dos países no Facebook.

Clique sobre a imagem para ir à página da Social Bakers.

 

Brasil é o 7º maior mercado de internet do mundo, diz comScore

As mídias digitais experimentaram no Brasil um expressivo salto em 2011, na esteira da popularização das redes sociais, dos motores de busca, dos sites de vídeos e das compras online.

O país conquistou a 7ª posição no mercado mundial de internet, com 46,3 milhões de visitantes de 15 anos ou mais que acessam a rede mundial pelo computador de casa ou do trabalho. Isso representa aumento de 16% em relação a 2010.

Em toda a América Latina, o público da internet atingiu 129,3 milhões em dezembro de 2011. As informações são do estudo “2012 Brazil Digital Future in Focus”, da comScore.

Confira alguns dos principais achados da pesquisa:

  • Os brasileiros passaram em média 26,7 horas online em dezembro de 2011, um aumento de 10% em relação ao ano anterior (equivalente a mais de 2 horas). Os portais foram a atividade online que gerou mais engajamento, com 39,2% do total de minutos em dezembro de 2011, seguidos pelas redes sociais, com 23% – um crescimento de 6,3 pontos percentuais no ano;
  • O Facebook ultrapassou o Orkut em dezembro de 2011, tomando a dianteira entre os destinos de redes sociais no Brasil com 36,1 milhões de visitantes, um aumento de 192% em relação ao ano anterior. O Facebook também foi o site que gerou mais engajamento entre as redes sociais: em dezembro de 2011 os visitantes passaram em média 4,8 horas no site, enquanto no ano anterior a média foi de 37 minutos;
  • Em dezembro de 2011, os brasileiros viram mais de 4,7 bilhões de vídeos online, um aumento de 74% em relação a 2010. O crescimento foi impulsionado por um aumento de 19% em visitantes únicos e de 46% em vídeos por visitante, e ver vídeos se consolidou como uma das atividades online mais importantes;
  • Aquecida pelas compras de final de ano, a visitação de sites de comércio online aumentou 30%, mostrando cada vez mais consumidores na América Latina se voltando para a web na busca e compra de produtos e serviços. Entre as categorias de comércio, Comparação de Preços teve a maior penetração no Brasil, com mais de 1 em cada 3 usuários acessando sites da categoria em dezembro de 2011;
  • 6,9 bilhões de buscas online foram feitas no Brasil em dezembro de 2011, um aumento de 37% em relação ao ano anterior. As buscas tiveram um pico em outubro e novembro, estimuladas por pesquisas relacionadas às compras de final de ano;
  • O mercado de publicidade digital brasileiro continua crescendo. Em dezembro de 2011, 62,9 bilhões de impressões foram veiculadas online no Brasil, alcançando 50,8 milhões de usuários da internet. A Netshoes foi o anunciante líder no mercado, enquanto o Facebook foi o maior publisher no país;
  • Celulares e tablets continuam a mudar o panorama digital, respondendo por 1,5% de todo o tráfego digital no Brasil em dezembro de 2011. Desse total de atividade, mais de 42% das pageviews foram originadas em tablets.

Brasil tem boa pontuação em pesquisa sobre segurança na Web

Brasileiros são os mais preocupados com segurança e privacidade online e os que mais tomam medidas de prevenção nessa área, em comparação com internautas da Alemanha, Estados Unidos, França e Reino Unido. Eles também tendem a ser pioneiros na adoção de novas tecnologias e no acesso a novas redes sociais, o que aumentaria o risco do Brasil no que se refere a violações de segurança e privacidade.

As constatações são da pesquisa Índice de Segurança da Computação da Microsoft, encomendada pelo Trustworthy Computing Group (TwC), ou Grupo de Computação Confiável da Microsoft.

O estudo  indica que, em 2011, o índice alcançado pelo Brasil, de 40 pontos, foi o maior, contra a pontuação média de 34  dos países estudados. Os analistas do TwC salientam, entretanto, que esse índice não revela o quanto os brasileiros estão, de fato, seguros. Eles destacam, também que  o  alto nível de preocupação sobre o tema provavelmente decorre da alta incidência de invasões da segurança e privacidade no país.

Confira os principais achados da pesquisa:

  • 74% dos internautas reportaram a infecção de vírus em e-mail (média dos 5 países = 43%)
  • 64% estão preocupados com a sua reputação online (média dos 5 países = 32%)
  • 55% reportaram roubo de identidade (média dos 5 países = 28%)
  • 84% desejavam possuir melhores ferramentas para proteger sua privacidade e segurança
  • 40% dizem que as empresas com presença na Web deveriam ser as principais responsáveis pela proteção da sua privacidade e segurança. Esta é a segunda pontuação mais alta comparada com a França (47%)
  • O Brasil possui o mais intenso uso de rede social (84%), de serviços de localização (55%) e de acesso e registros médicos online (25%) entre os países analisados.

E-commerce no Brasil deve crescer 22% e atingir US$ 18,7 bilhões este ano, prevê eMarketer

O crescimento econômico do Brasil e o consequente aumento do consumo privado, além de um sentimento maior de segurança, tem impulsionado fortemente o comércio eletrônico do país, que deverá atingir US$ 18,7 bilhões este ano, um crescimento de 21,9% em relação a 2011. A estimativa, da eMarketer, envolve comércio de varejo business to consumer (B2C) e vendas de viagens online.

O especialistas da eMarketer destacam que o Brasil será responsável por mais da metade do total de vendas de comércio eletrônico B2C na América Latina até 2013. A empresa de pesquisa prevê que 34% dos usuários de internet no Brasil, ou 23,2 milhões de pessoas, irão fazer uma compra online em 2012.

Três anos depois, em 2015, 39,0% dos usuários de internet, ou 31,6 milhões de pessoas, terão feito pelo menos uma compra online, levando as vendas a um total de US$ 26,9 bilhões naquele ano.

A eMarketer assinala que métodos de pagamento diversificados estão contribuindo para o sucesso do comércio eletrônico no Brasil. Citam relatório do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.BR), de junho de 2011, o qual revela que cartões de crédito continuam sendo o método mais popular de pagamento online (usado por 63% dos compradores em 2010), mas os métodos de pagamento offline estão se tornando mais comuns.

O estudo do NIC.BR  revelou que 37% de compradores online em 2010 usaram “boletos bancários”, acima dos 31% em 2009.

Os analistas avaliam, ainda, que a segurança online permanece como uma das maiores barreiras ao comércio eletrônico no Brasil, mas o sentimento do consumidor está mudando. Eles mencionam o estudo do e-bit e da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, de agosto de 2011, que revela que mais 70% dos usuários de internet entrevistados sentiam que a segurança havia melhorado nos últimos dois anos.

Publicidade online no Brasil cresce 69% e atinge R$ 5,3 bilhões

Dados divulgados pelo IBOPE revelam que a publicidade online no Brasil, em 2011,  cresceu acima da média do mercado, tendência já observada nos anos anteriores.

No ano, os gastos com anúncios na internet atingiram R$ 5,4 bilhões, o que representa crescimento de 69% em relação aos R$ 3,2 bilhões gastos em 2010. Com esse resultado, o meio online consolida uma participação de 6% no bolo total de investimentos em mídia no país.

O instituto salienta que uma parcela desse crescimento deve-se a readequação de dados reportados e tabela de preço dos portais.

No âmbito geral, os investimentos publicitários no Brasil em 2011 aumentaram 16%  em comparação com 2010, atingindo R$ 88,3 bilhões. A TV manteve-se no posto de maior destino desses investimentos, abocanhando  R$ 46,4 bilhões, contra os R$ 40,2 bilhões de 2010. A sua participação relativa no mercado, entretanto, se manteve inalterada, em torno de  53% do total.

Confira nos quadros abaixo os investimentos em publicidade, por meio, e o ranking dos maiores anunciantes do país.

Investimentos em mídia no Brasil

 

Maiores anunciantes 

Fonte: IBOPE/Monitor Evolution