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IBM anuncia softwares que aceleram a tomada de decisão na era do Big Data

A IBM lançou nesta semana a versão 10 do software de gerenciamento de bancos de dados relacionais DB2 e também do InfoSphere, um software de data warehouse.

Projetadas para atuar em contexto de big data (grandes dados), as soluções possibilitam a compressão automática de dados, redução do espaço de armazenamento e aumento da velocidade na execução de consultas.

De acordo com a fabricante, o lançamento ajudará os clientes a “domar o dilúvio de dados” nas corporações e a acelerar os processos de negócios, tornando mais fácil a obtenção de”insights” por parte dos tomadoes de decisão.

A fornecedora explica que a solução não para de acessar, comprimir e analisar os dados, liberando a equipe de TI para trabalhar em tarefas de maior valor.

O lançamento da IBM soa como um alento para corporações que lutam para transformar montanhas de dados em inteligência a ser usada em favor da modernização e da competitividade do negócio.

Os especialistas da IBM destacam que esse desafio tem sido agravado dia após dia, com o surgimento de novas aplicações de alto desempenho que exigem o acesso imediato a novos tipos e quantidades maciças de dados originados em redes sociais, sensores e dispositivos móveis, sem contar os dados gerados exponencialmente dentro dos aplicativos de negócio.

A Coca-Cola Bottling Company, maior engarrafador independente de produtos Coca-Cola nos Estados Unidos, é apresentada pela IBM como um case de experimentação do DB2 10 para impulsionar o desempenho e reduzir  custos de software e hardware.

“A Coca Cola Bottling Company economizou mais de US$ 1 milhão ao longo dos últimos quatro anos em licenciamento, manutenção e custos de armazenamento, migrando do Oracle para o software de banco de dados da IBM”, testemunha Tom DeJuneas , gerente de equipe de TI da indústria.

Ursos polares da Coca-Cola são estrelas em campanha que une TV, redes sociais e mobilidade

O Super Bowl, final do campeonato do futebol americano que acontece neste domingo, será uma boa ocasião para observar uma tendência que ganha força no marketing de marcas globais: o uso de redes sociais e de mobilidade para alavancar anúncios em mídias tradicionais e para agregar mais valor às campanhas publicitárias.

Uma das marcas a apostar na tendência é a multinacional Coca-Cola. Durante o Super Bowl, dois dos seus icônicos mascotes – ursos polares – interagirão com os espectadores do jogo por meio do Facebook e do Twitter. Eles também reagirão, em tempo real, aos acontecimentos da partida e aos comerciais da marca que irão ao ar no período.

Eis alguns elementos da campanha multifacetada da Coca-Cola: os dois mascotes —  que assistirão ao jogo a partir do Ártico, cada um torcendo por um time diferente — mostrarão reações físicas (não vocais) em tempo real, preparadas previamente, como, por exemplo, executar a “dança da vitória”, quando o seu time estiver bem, ou esconder o rosto nas mãos, quando estiver indo mal. Essas reações ocorrerão em tempo real também  em um microsite alojado na página da campanha, no Facebook (CokePolarBowl.com.)

A transmissão também será visível no Twitter, no ESPN.com e em outros sites de esporte. Durante toda a transmissão ao vivo, os usuários poderão compartilhar clipes de vídeo com as reações dos ursos, por meio das redes sociais.

Ao mesmo tempo, as equipes da campanha postarão comentários e responderão às mensagens dos fãs, que serão incentivados a enviar fotos para ser incorporadas à transmissão ao vivo da Coca-Cola.

Segundo estudiosos de marketing digital, o objetivo de estratégias como essa é tirar proveito do crescente “fenômeno da segunda tela”, que ocorre quando pessoas conversam por meio de redes sociais ao mesmo tempo em que assistem TV.

No caso do Super Bowl, a estimativa é que 60% das mais de 100 milhões de pessoas que assistirão ao jogo estarão interagindo online com outras pessoas, simultaneamente, por meio de computadores, smartphones ou tablets.

Na percepção dos especialistas, os grandes anunciantes já não pensam uma campanha de TV como ação isolada, mas sim como uma maneira de atrair o olhar do espectador e, em seguida, estimular conversas sobre suas marcas nas redes sociais.

Para muitos, entretanto, permanecem dúvidas sobre como medir o impacto de campanhas integradas por meio de método consistente e aceito pela indústria.