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Nos EUA, clientes do Walmart sem cartão de débito ou crédito fazem compras online com dinheiro

A operação norte-americana do Walmart.com começou hoje, 26, a aceitar pagamentos em dinheiro vivo nas compras online. A nova funcionalidade “Pay with Cash” (pague com dinheiro) possibilita que clientes façam a encomenda online para, em um prazo de 48 horas, dirigir-se a uma loja física Walmart para efetuar o pagamento. Só então, os itens adquiridos são enviados ao comprador.

Em entrevista ao site All Things D, Joel Anderson, presidente e CEO da Walmart.com, informou que o público-alvo da novidade são pessoas que não têm cartão de débito ou crédito.

O executivo não tem a informação exata do tamanho dessa população, mas calcula que se trata de uma grande oportunidade para a empresa, considerando que apenas 15% das transações nas lojas do Walmart são feitas em forma de crédito. “Isso significa que há uma grande porcentagem dos nossos clientes que são dependentes de dinheiro para transações online”, disse ele ao site de notícias.

Entre as vantagens para os consumidores, o executivo destaca o fato de que, virtualmente, eles têm acesso fácil a centenas de milhares de produtos que não são dispostos nas lojas. E se a compra for um presente para alguém, pode ser enviado diretamente ao destinatário.

A tecnologia utilizada pelo Walmart é caseira (feita internamente), mas o conceito não é de uso exclusivo da rede. Outros serviços similares estão surgindo em diferentes segmentos nos Estados Unidos.

No Brasil, empresas como Casas Bahia permitem que o produto comprado na loja virtual seja retirado na loja no prazo máximo de 30 dias, contados da data informada via e-mail no ato da confirmação da transação. Mas o pagamento de compras online não pode ser feito com dinheiro.

No site brasileiro do Walmart, a funcionalidade anunciada hoje nos EUA ainda não foi adotada. De acordo com o atendimento online, as formas de pagamento continuam restritas a boleto bancário a vista, débito on line e cartão de crédito.

Saraiva adota ferramenta que ajuda cliente a juntar dinheiro para compras virtuais


A loja virtual da livraria Saraiva selou parceria com o site Vakinha e passou a oferecer aos seus clientes o sistema de “vaquinhas virtuais”, que permite ao comprador utilizar redes sociais para juntar o dinheiro necessário para comprar o produto do seu interesse.

Com o acordo, todos os produtos da Saraiva.com.br passaram a apresentar o botão “Vakinha”.  Ao clicá-lo, o internauta é levado ao site Vakinha, para preenchimento de pequeno cadastro.

O usuário pode, então, acionar os amigos pelas redes sociais para conseguir o dinheiro necessário para a compra na Saraiva.com.br. Ele receberá um vale quando atingir sua meta de arrecadação.

A saraiva é veterana no e-commerce brasileiro. A empresa lançou sua loja na internet em 1998.

 

 

 

Cliente de e-commerce prefere vídeo com detalhes sobre produto, diz estudo

Vídeos sobre produtos em sites de e-commerce tornam o consumidor mais confiante e interferem positivamente na decisão de compra. Além disso, quanto mais detalhes sobre o produto retratado, mais o vídeo será assistido, em comparação com aqueles com menos informações.

A constatação é da fornecedora de vídeos para comércio eletrônico Invodo, após encomendar pesquisa junto a 1,039 compradores online norte-americanos que assistiram a pelo menos um vídeo de produto em um site varejista ou de marca nos três meses anteriores.

Segundo a pesquisa, usuários que encontram vídeos sobre produtos em websites os assistem 60% das vezes. Em torno de 36% dos respondentes disseram que haviam assistido cinco ou mais vídeos de produtos nos três meses anteriores. A maioria (52%) afirma que tais vídeos os tornam mais confiantes sobre compras.

O levantamento sugere que vídeos repletos de informações sobre o produto têm mais chance de prender a atenção do consumidor e levá-lo à compta efetiva, e que a insuficiência de informações que o ajudem a tomar decisões é a principal razão para interrupções na visualização dos vídeos.

Os dados da pesquisa demonstram que 85% dos respondentes assistiriam a um vídeo que os educasse sobre um determinado produto no qual têm interesse, enquanto 87% gastariam esse mesmo tempo assistindo a vídeo que tivesse demonstrações de uso do produto. Por outro lado, a porcentagem de clientes dispostos a ver vídeo sem demonstrações cai para 65%.

Vendas online do Magazine Luiza crescem 44% em 2011

O Magazine Luiza anunciou hoje, 23, que as suas vendas pela Internet em 2011 cresceram 44,4% em relação a 2010, atingindo R$ 821,1 milhões. A receita bruta consolidada da companhia aumentou 33,5% no período, alcançando R$ 7,6 bilhões.

Em 2011, além da estratégia de expansão das lojas físicas, com inauguração de 124 novas unidades em todo o país, o Magazine Luiza implementou ação inovadora na rede mundial, com o lançamento do projeto “Magazine Você”.

Trata-se de iniciativa de e-commerce em que usuários do Facebook e do Orkut podem criar suas próprias lojas, com produtos da empresa varejista, e ganhar comissões de 2,5% ou 4,5% por cada venda. A operação da loja e as garantias de segurança dos dados de pagamento, de sigilo das informações e de entrega são de responsabilidade do Magazine Luiza.

De acordo com a varejista, essa iniciativa gerou, em menos um mês, quase 20 mil novos divulgadores com suas lojas nas mídias sociais.

E-commerce de vestuário e acessórios acelera nos Estados Unidos

A categoria de vestuários e acessórios, vista normalmente como problemática para o comércio eletrônico pelo desejo dos consumidores de tocar e experimentar os produtos antes da compra, registra atualmente uma das mais rápidas expansões no e-commerce norte-americano, segundo a eMarketer, empresa de pesquisa e consultoria.

De acordo com a e-Marketer, nos próximos anos a categoria vai liderar o crescimento de vendas online nos Estados Unidos, devendo registrar em 2012 aumento de vendas em torno de 20%. Para 2016, a previsão da consultoria é que o segmento atinja US$ 73 bilhões em vendas, o que representará cerca de 20% de todas a vendas de varejo online naquele país, estimadas em US$ 362 bilhões.

O crescimento acelerado do e-commerce de vestuários e acessórios é atribuído principalmente à melhoria das ferramentas para visualização de produtos online e a políticas adotadas pelos varejistas para reduzir as incertezas inerentes à aquisição desse tipo de mercadoria.

A eMarketer estima que as vendas no varejo eletrônico nos Estados Unidos alcançará US$ 224,2 bilhões em 2012, 15% a mais do que em 2011. Estes números excluem viagens e compras de bilhetes, mas incluem as vendas realizadas em dispositivos móveis e tablets.

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