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Google+ é mais do mesmo, segundo executivo da TOTVS

Na avaliação de Marcos Puccini, responsável pelo negócio by You, rede social corporativa da TOTVS, a plataforma social Google+ ainda não mostrou a que veio. “A impressão que tenho é que a ferramenta é mais do mesmo, ou seja, não oferece nada de novo em relação às outras opções do mercado, como o Facebook”, afirmou o executivo, durante o painel “Redes de relacionamento transformam-se em plataforma de negócio?” realizado hoje no Web Expo Forum, em São Paulo.

A opinião de Puccini é compartilhada pelo CMO da Rakuten Brasil, Alessandro Gil, que também participou dos debates. “O Google+ ainda não acertou a mão, enquanto o Facebook, por ser mais aberto, oferece mais possibilidades de ações para as marcas”, diz Gil.

Já o presidente da agência  VML, Fernando Taralli, avalia que o Google+ não apenas traz inovações em relação ao Facebook, como já conquistou uma camada significativa de early adopters no Brasil. “Isso aumenta o nosso desafio de ter uma estratégia para cada rede social”, diz.

Taralli aproveitou o evento para alertar para o risco dos hypes e de ações concentradas em redes emergentes e de nichos. “No final, você poderá estar falando apenas com early adopters,  e não com o seu mainstream”, diz.

Ministério da Justiça pede esclarecimentos ao Google sobre política de privacidade

Em comunicado,  o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, informa  que notificou o Goggle, na quinta-feira (8/3), para que  informe detalhes sobre as mudanças nas possibilidades de utilização dos  dados pessoais de seus usuários.

O orgão esclarece que o pedido baseia-se na legislação de defesa do consumidor e no direito constitucional à  privacidade.  O Google tem dez dias, a contar da data do recebimento da notificação, para prestar os esclarecimentos.

O DPDC  quer saber como se deu o processo de revisão da política de  privacidade e de que forma a sociedade e os consumidores puderam se  manifestar sobre as mudanças. Também questiona se há uma alternativa  para aqueles que desejam utilizar os diversos produtos, sem que haja uma  interconexão de seus dados pessoais entre os diferentes produtos (Gmail,  Google +, YouTube etc).

Outras  informações requeridas dizem respeito a como se dará a autorização do       consumidor para a combinação de suas informações pessoais com os produtos,       serviços e conteúdos acessados. O DPDC questionou ainda se o conteúdo  privado dos emails poderá ser acessado pelo Google para fins de   ublicidade customizada. O não cumprimento da notificação pode implicar em instauração de processo       administrativo.

Roubo de identidade cresce entre usuários de mídias sociais, diz estudo

O risco de roubo de identidade (ID) em meio a usuários de mídias sociais e dispositivos móveis cresceu no último ano, com aumento do número de pessoas afetadas, segundo estudo da Javelin Strategy & Research.  A empresa de pesquisa revela que, considerando todos os tipos de fraude de identidade, o número de vítimas em 2011 foi de  11,6 milhões de adultos norte-americanos, um aumento de 13% em relação a 2010. A maior incidência ocorreu entre usuários do LinkedIn, Google+, Twitter e Facebook.

A probabilidade, segundo os analistas, é que isso tenha relação direta com o compartilhamento de informações pessoais que ocorre nos ambientes de rede social. Eles salientam que muitas informações utilizadas pelas empresas para verificação de identidade estão sendo compartilhadas por usuários em seus perfis nas redes públicas.

Os dados do estudo mostram, por exemplo, que 68% das pessoas com perfis nesses ambientes compartilharam suas informações de aniversário, sendo que 45% delas revelam a data completa, com dia, mês e ano. Entre os perfis pesquisados, 63% mostravam o nome da escola do usuário, 18% informavam o seu número de telefone e 12% revelavam o nome de seu animal de estimação.

Segundo a Javelin Strategy & Research, a taxa de incidência de fraude de ID entre proprietários de smartphones foi de 7%, cerca de um terço maior do que o público em geral. No caso de usuários que usaram dispositivos equipados com GPS para fazer check-in, as taxas de fraudes foram o dobro da média.

Por outro lado, embora o risco de fraude de ID representado especificamente pelas mídias sociais esteja aumentando, e o número de vítimas em geral tenha crescido 13% – permanece a tendência decrescente em termos de volume de dinheiro roubado. Em 2010 e 2011, a quantidade de dinheiro roubado foi de cerca de US$ 37 bilhões por ano, em 2010 e 2011. A empresa de pesquisa lembra que as fraudes de identidade atingiram seu pico, de US$ 70 bilhões, em 2004.

A Javelin Strategy & Research conduziu pesquisa baseada no endereço de mais de 5 mil norte-americanos e se utilizou de dados de empresas de segurança.

(com informações do site The Social Graf)

Empresa aérea escolhe Facebook para estrear campanha publicitária dos Jogos Olímpicos

A companhia aérea britânica British Airways iniciou contagem regressiva para lançamento de sua campanha publicitária para os Jogos Olímpicos de Londres, que serão realizados entre os dias 27 de julho e 12 de agosto de 2012.

Parceira oficial do evento esportivo, a British Airways escolheu as mídias sociais, em especial Facebook e Google+, para dar o pontapé inicial nos seus anúncios olímpicos, que também serão transmitidos na TV britânica.

O primeiro vídeo está previsto para estrear amanhã, dia 9 de fevereiro, às 11 horas da manhã (GMT). Primeiramente, o anúncio será apresentado com exclusividade aos fãs da companhia em sua página do Facebook. Em seguida, será mostrado aos seguidores da empresa no Google+. À noite, a campanha chega à televisão do Reino Unido.

A contagem regressiva para o anúncio da British Airways no Facebook pode ser acompanhada aqui.

 

Gráfico compara receitas do Google, Yahoo e Facebook após sete anos em operação

Informações sobre os resultados financeiros do Facebook vazaram na semana passada, quando uma jornalista do site CNBC, especializado em notícias de negócios, anunciou os números na sua página do Twitter.

A informação, cujas fontes não foram identificadas, veio a público no momento em que a imprensa especializada especula sobre os detalhes da oferta pública inicial de ações (IPO, em inglês) que o Facebook prepara para os próximos dias.

Os valores revelados no Twitter indicam que a maior rede social do mundo registrou receita de US$ 3,8 bilhões em 2011, menos do que os mais de US$ 4 bilhões esperados. Os lucros operacionais teriam ficado em US$ 1,5 bilhão, menos de que os US$ 2 bilhões esperados.

Com base nesses dados, articulista do site Business Insider elaborou o gráfico comparativo abaixo, com o objetivo de demonstrar que esses resultados financeiros do Facebook, se confirmados, são “decepcionantes” para uma empresa para a qual se espera avaliação de US$ 75 bilhões a US$ 100 bilhões quando suas ações começarem a ser negociadas.

Tais receitas e lucros tornam-se ainda mais pífios, segundo o articulista, se comparados com os resultados do Google nos seus primeiros sete anos de negócio, e considerando que o site de busca nasceu em um momento em que o uso da Internet e os gastos com publicidade online não chegavam à metade do que são atualmente.