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IBM anuncia softwares que aceleram a tomada de decisão na era do Big Data

A IBM lançou nesta semana a versão 10 do software de gerenciamento de bancos de dados relacionais DB2 e também do InfoSphere, um software de data warehouse.

Projetadas para atuar em contexto de big data (grandes dados), as soluções possibilitam a compressão automática de dados, redução do espaço de armazenamento e aumento da velocidade na execução de consultas.

De acordo com a fabricante, o lançamento ajudará os clientes a “domar o dilúvio de dados” nas corporações e a acelerar os processos de negócios, tornando mais fácil a obtenção de”insights” por parte dos tomadoes de decisão.

A fornecedora explica que a solução não para de acessar, comprimir e analisar os dados, liberando a equipe de TI para trabalhar em tarefas de maior valor.

O lançamento da IBM soa como um alento para corporações que lutam para transformar montanhas de dados em inteligência a ser usada em favor da modernização e da competitividade do negócio.

Os especialistas da IBM destacam que esse desafio tem sido agravado dia após dia, com o surgimento de novas aplicações de alto desempenho que exigem o acesso imediato a novos tipos e quantidades maciças de dados originados em redes sociais, sensores e dispositivos móveis, sem contar os dados gerados exponencialmente dentro dos aplicativos de negócio.

A Coca-Cola Bottling Company, maior engarrafador independente de produtos Coca-Cola nos Estados Unidos, é apresentada pela IBM como um case de experimentação do DB2 10 para impulsionar o desempenho e reduzir  custos de software e hardware.

“A Coca Cola Bottling Company economizou mais de US$ 1 milhão ao longo dos últimos quatro anos em licenciamento, manutenção e custos de armazenamento, migrando do Oracle para o software de banco de dados da IBM”, testemunha Tom DeJuneas , gerente de equipe de TI da indústria.

Estudo da IBM foca a importância da inteligência coletiva para o varejo

Na sociedade da informação, um dos maiores desafios das empresas varejistas tem sido aproveitar a inteligência coletiva espalhada na rede mundial em benefício do negócio. As organizações que partirem na frente, aprendendo a aplicar esse conhecimento para criar produtos e para prever comportamentos, terão grande diferencial competitivo diante da concorrência. A opinião é de João Pissutto, líder da consultoria da IBM Brasil para o setor de distribuição.

Ao comentar os estudos Collective Intelligence – Capitalizing on the crowd, e Winning over the Empowered Consumers, divulgados recentemente pela fabricante, Pissutto destaca a explosão da interatividade proporcionada pelas novas tecnologias como a tendência por trás do surgimento de um novo consumidor, com mais poder de influenciar as decisões das empresas.

“Os clientes comentam a todo instante sobre suas experiências na aquisição de produtos e serviços em sites e redes sociais e conquistam um maior controle e influência sobre as marcas”, afirma o especialista.“Para acompanhar essa rápida mudança no perfil do consumidor, melhorar seus produtos e a experiência de compra, os varejistas precisarão monitorar de perto os canais preferidos de seus clientes e ter uma visão de 360º de seu mix de produtos, do posicionamento dos concorrentes e da visibilidade de sua marca no mercado, algo possível por meio da correta utilização de ferramentas de inteligência analítica”, complementa.

No que se refere a compras digitais, a IBM aponta que as tecnologias mais utilizadas nessa tarefa são, pela ordem, websites, celulares, tablets e redes sociais. Por outro lado, os dados destacam que, embora seja crescente a popularidade e a aceitação de e-commerce, dispositivos móveis e redes de relacionamento, os clientes em geral ainda preferem a loja quando o assunto é comunicação com os varejistas.

Os analistas da IBM observam que, além de compras normais, várias etapas das transações móveis e de comércio eletrônico ainda ocorrem na loja, como entregas, devoluções e outros serviços. Eles calculam que 85% das decisões de compra também são feitas na loja física.

 

Cibercriminosos mudam táticas com ajuda das vítimas, diz IBM

Em seu relatório X-Force 2011 Trend and Risk, divulgado nesta quinta-feira, 22, a IBM tem uma notícia boa e outra ruim para internautas e empresas. A boa é que a Internet experimentou melhorias expressivas em termos de segurança em diversas áreas, como, por exemplo, nos aspectos relacionados com vulnerabilidades de aplicações e quantidade de spam, entre outros.

A má notícia é que isso estaria levando cibercriminosos a repensar suas táticas. Segundo o estudo, crescem os ataques em áreas de nicho ou em plataformas emergentes, como redes sociais e dispositivos móveis.

Os pesquisadores avaliam que os criminosos não estão apenas se sofisticando, mas também recebendo ajuda prévia das vítimas. Isso porque é grande a quantidade de informações pessoais e profissionais que os usuários disponibilizam nas redes sociais. Esses ambientes estão, segundo eles, desempenhando papel importante no pré-ataque, quando informações são coletadas para infiltração em redes de computação do setor público ou privado.

Entre as táticas que proliferam, o relatório destaca o aumento de phishings que imitam sites de redes sociais, além de serviços de e-mail que personificam sites populares de relacionamento e induzem a vítima a clicar em links para páginas da web que podem infectar seus computadores com malware.

O relatório da IBM reúne dados de fontes de informação diversas, incluindo o seu banco de dados com mais de 50 mil vulnerabilidades de segurança, seu rastreador da Web global e seus coletores de spam internacionais, assim como acompanhamento em tempo real de 13 bilhões de eventos todos os dias por cerca de 4 mil clientes em mais de 130 países.

IBM anuncia software com recursos analíticos para negócios sociais

A IBM anunciou lançamento de software que incorpora recursos de business analytics, monitoramento de dados em tempo real e redes colaborativas em um único aplicativo. Disponibilizada na infraestrutura do cliente ou por meio dos serviços de computação em nuvem da fornecedora, a solução integra a plataforma de rede social IBM Connections.

A nova tecnologia promete às organizações obter informações que levem à correta tomada de decisões, em tempo real, por meio da aquisição de conhecimento mais profundo das tendências e comportamentos dos clientes e do mercado. Dessa forma, diz a fornecedora, as empresas poderão descobrir padrões críticos para reagir rapidamente a mudanças do mercado e para prever o efeito de ações futuras.

Em sua página inicial, o IBM Connections permite aos usuários visualizar e interagir com conteúdo de qualquer solução de terceiros por meio de uma interface social, incluindo wikis, blogs, fluxos de atividades, email e calendário.

Segundo a fornecedora, a experiência de integrar informações permite que funcionários de qualquer departamento dentro de uma organização explorem também dados estruturados e não estruturados, como feeds do Twitter, posts do Facebook, dados de clima, vídeos, arquivos de log e aplicativos SAP. Também possibilita a assinatura digital de documentos.

“Com um único clique, é possível compartilhar arquivos, agendar reuniões online e acessar e-mails corporativos, bem como calendário e mensagens instantâneas, permitindo que os usuários colaborem dentro e fora da organização”, diz Mário Costa, gerente de soluções de colaboração da IBM Brasil. Ele advoga que modelos flexíveis da computação em nuvem trazem benefícios como redução de custos e escalabilidade.

Um exemplo de recurso do software, citado pela IBM, é a utilização, por profissionais de marketing, de dados que destacam padrões e comportamentos do consumidor relacionados a tendências de marketing e serviços, permitindo que ajustem suas campanhas durante sua execução.

Segundo a empresa, mediante um clique, esses profissionais podem reagir a essas informações criando automaticamente uma rede social que reúna especialistas de inteligência de mercado.

Costa avalia que as organizações brasileiras ainda carecem das ferramentas para extrair conhecimento do grande fluxo atual de informações. Mas já estariam começando a adotar recursos sociais para aproveitar estes dados de forma mais significativa.

Ele informa que  o mercado para aplicativos corporativos sociais deve crescer a uma taxa de 61% até 2016, alcançando US$ 6,4 bilhões, segundo a Forrester Research,

 

IBM anuncia novo software para m-commerce e social commerce

A IBM anunciou na terça-feria, 17, o lançamento de novo software para auxiliar consumidores a navegar, localizar e comprar produtos de varejo por meio de dispositivos móveis e redes sociais. O software é parte da iniciativa Smarter Commerce, solução de comércio eletrônico da fabricante.

Para usuários móveis, o novo software oferece aplicações nativas baseadas em Apple e Android. Segundo a IBM, com essas aplicações os varejistas podem desenvolver rapidamente suas lojas próprias em dispositivos como iPad, iPhone ou Droid. O software também oferece  capacidades para a entrega de lojas via tablets e recursos de marketing baseados em localização.

A IBM informa, ainda, que expandiu suporte à solução para o Facebook para  permitir que as empresas entreguem ofertas e campanhas de marketing com base no perfil do cliente.

Por exemplo, se um cliente  aciona os comandos “Likes” ou “Shares”  relativos a um produto no Facebook, a empresa pode enviar imediatamente um código de promoção para o produto específico. Desta forma, a IBM acredita que as empresas podem recompensar os consumidores por serem defensores da marca, o que pode fortalecer a fidelidade do mesmo.

“Hoje, os consumidores confiam mais na opinião de outros consumidores do que nas empresas, levando os varejistas a repensar suas operações e a abraçar o Smarter Commerce”, diz Craig Hayman, gerente geral de soluções para a indústria da IBM. “Com as redes móveis e sociais, os consumidores têm o poder de construir ou destruir uma marca em instantes. Ganhar sua lealdade nos segundos que leva para pesquisar na concorrência é o novo imperativo”, finaliza.