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Serviço permite acompanhar conversas via Twitter de delegados do Fórum Econômico Mundial

Interessados em acompanhar o que delegados do Fórum Econômico Mundial Anual 2012 (WEF) conversarão via Twitter durante todo o evento — que ocorrerá em Davos, Suíça, nos dias 25 a 29 de janeiro — poderão fazê-lo por meio do site de agregação de mídia social WEFLive. Trata-se de serviço online apresentado pela KPMG International exclusivamente para o WEF.

“Esta é uma ferramente incrivelmente útil que ajudará seguidores do WEF ao oferecer um eficiente ponto de entrada para todas as conversas que acontecem em Davos”, diz Charlie Sharman, diretor de marketing global da KPMG.

Aberto a qualquer pessoa conectada à  rede mundial, o site pode ser acessado por meio de computador, tablet ou smartphone. Entre os recursos, há a possibilidade de filtrar as conversas com base nos temas do encontro anual, nos conferencistas e nos delegados, entre outros filtros.

Segundo Adam Bates, diretor global de inovação da KPMG, o uso da mídia social este ano em Davos deverá ser intenso. “Este site vai permitir uma janela para as ideias dos principais líderes empresariais e políticos, à medida que eles tuitam sobre os temas reais do momento”, afirma.

A KPMG constatou, por meio de pesquisa, que a  mídia social se tornou um imperativo estratégico, com mais de 70% das organizações de todo o mundo ativamente usando-a como ferramenta de negócios.

Segundo a consultoria, o meio não é usado apenas para o fortalecimento de relações com clientes. Serve também como ferramenta para continuar diálogos sobre temas como inovação, sustentabilidade, crescimento econômico, emprego e novos modelos sociais.

 

Brasil é o quarto entre países com mais empresas nas mídias sociais, diz KPMG

O Brasil ocupa a quarta posição na lista dos países que registram presença mais intensa de suas empresas nas mídias sociais, segundo estudo da  KPMG.  Das organizações brasileiras consultadas para o estudo Going Social: How businesses are making the most of social media, 69,1% indicaram já ter iniciativas relacionadas com esses meios de comunicação, contra 70,4% da média geral. Na liderança do ranking, está a China, com 82,7%, seguida por EUA (71,5%); e Índia (70,2%).

Segundo Tim Norris, diretor da área de performance & technology da KPMG local, no Brasil as empresas perceberam rapidamente a importância de estarem presentes e atentas a esse espaço virtual, enquanto os consumidores enxergam as mídias sociais como importante instrumento para divulgar suas insatisfações com as empresas. “Isso deve ser olhado com muita atenção pelas organizações, pois os riscos de imagem envolvidos são consideráveis”, alerta.

A pesquisa, realizada em dez países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, Índia, Japão, Reino Unido e Suécia), indica que empresas dos mercados emergentes lideram em presença nesses meios. Chineses, indianos e brasileiros mostraram-se de 20% a 30% mais propensos a dizer que suas empresas recorreram às mídias sociais como parte dos negócios do que os britânicos, australianos, alemães ou canadenses.

Mais de 80% dos entrevistados perceberam benefícios da atuação da empresa nesses espaços virtuais. “Com isso, parece claro que aproveitar as vantagens das mídias sociais deve ser um imperativo organizacional”, diz Sanjaya Krishna, sócio da área de economia digital da KPMG nos Estados Unidos.

O relatório revelou que restringir o acesso de profissionais às redes sociais pode ser uma batalha perdida. Um terço dos funcionários de empresas com acesso bloqueado disse que não apenas estava usando as mídias sociais no escritório como se empenhava em “burlar os sistemas de proteção.”

A maioria das organizações indicou que desenvolve políticas específicas ou apresentou um conjunto informal de expectativas para que seus profissionais se engajem nas mídias sociais. Mais da metade das empresas oferece aos seus funcionários formação específica em mídias sociais, e 62% já tinham desenvolvida uma política específica de mídias sociais.

Países com presença mais intensa de suas empresas nas mídias sociais 

  1. China (82,7%)
  2. EUA (71,5%)
  3. Índia (70,2%)
  4. Brasil (69,1%)
  5. Canadá (51%)
  6. Reino Unido (48,2%)
  7. Alemanha (42,7%)
  8. Suécia (41,7%)
  9. Austrália (41,6%)
  10. Japão (27,5%)

Fonte: KPMG