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Olimpíadas de Londres lançam hub de mídia social para reunir atletas e fãs

O Comitê Olímpico Internacional (COI) lançou uma plataforma de mídia social destinada a reunir fãs e atletas olímpicos, concentrando em um único lugar diversos recursos dirigidos aos dois públicos. Com o hub, o comitê dá mais um passo em sua estratégia agressiva na área de plataformas de relacionamento, prometendo tornar as Olimpíadas de 2012 a mais “social” da história dos jogos.

O hub agrega feeds de mais de 1.000 atletas olímpicos, o que inclui atualizações em tempo real de conteúdos de suas páginas no Facebook e Twitter. Os visitantes do site podem obter dicas de treinamento de atletismo, ver vídeos e concorrer a prêmios com base na interação social. Podem também bater papo online com os atletas.

Recentemente, o comitê organizador dos jogos de Londres divulgou, como parte de sua estratégia de mídia social, um guia que orienta como os mais de 70 mil voluntários do evento devem usar as mídias sociais durante a competição.

 

 

Setor financeiro avança nas mídias sociais, puxado pela American Express

Nos últimos quatro anos, as instituições financeiras tiveram avanços significativos em direção às mídias sociais, vencendo resistências que se atribui, em geral, ao elevado nível de regulamentação do setor. É o que aponta estudo realizado pela norte-americana Corporate Insight, que oferece serviços de pesquisa e consultoria para a indústria financeira.

A pesquisa avaliou 90 empresas do setor, incluindo bancos, seguradoras e outras instituições, classificando os seus esforços para demarcar o seu lugar no Facebook, Twitter ou outras plataformas de redes sociais.

De acordo com o estudo, quase 90% das empresas financeiras estudadas mantêm alguma presença nas redes sociais, em comparação com apenas 20% em 2008.

O maior destaque na amostra estudada ficou com a American Express (AmEx), que lançou um fórum aberto para pequenas empresas em 2007 e continuou a expandir suas iniciativas sociais desde então.

A Corporate Insight classifica a AmEx como a marca financeira “top” em mídias sociais, com base nos parâmetros páginas no Facebook, perfis no Twitter, comunidades proprietárias e blogs.

O estudo excluiu a rede profissional LinkedIn pelo fato de a privacidade das comunicações nessa plataforma tornar mais difícil a avaliação do engajamento.

 

Corporações que bloqueiam mídia social serão minoria em 2014, diz Gartner

Por volta de 2014, as corporações que bloqueiam o acesso dos seus funcionários a mídias sociais externas serão menos de 30% do total, em comparação com 50% em 2010. A previsão é do Gartner, que estima em 10% ao ano a taxa de redução do número de companhias que restringem o acesso interno a essas redes. De acordo com o instituto de pesquisa, mesmo nas organizações com políticas severas, o bloqueio tende a não ser total no futuro.

“Alguns departamentos e processos, tais como marketing, requerem acesso a mídias sociais externas, e os funcionários podem contornar os bloqueios usando dispositivos pessoais, como smartphones”, diz Andrew Walls, vice-presidente de pesquisa do Gartner. Segundo Walls, as organizações precisam agora voltar sua atenção para os impactos das mídias sociais no gerenciamento de identidade e acesso (IAM).

Os analistas do Gartner salientam que os ambientes de mídias sociais incluem mecanismos para coletar, processar, compartilhar e armazenar uma gama maior de dados de identidade do que os sistemas corporativos IAM. Tais ambientes, segundo eles, permitem uma visão de identidade que se estende para além dos limites das organizações.

Esses aspectos podem representar tanto uma ameaça quanto uma oportunidade para os gestores de IAM, na avaliação dos especialistas. De um lado, os dados de identidade e plataformas de mídia social podem expor as organizações e usuários a uma grande variedade de ameaças de segurança. Mas por outro lado, tais dados podem ser usados para melhorar o suporte às práticas de IAM das corporações.

Bancos usam mídias sociais para se reinventar, diz estudo

Alguns bancos e outras empresas do setor financeiro já estão usando mídias sociais não apenas para responder aos clientes, mas também para reinventar sua marca e reconstruir a confiança de um consumidor cada dia mais cauteloso. Esta é a principal constatação de estudo divulgado pelo grupo de pesquisadores de internet Change Sciences Group, de Nova York (EUA).

Segundo os estudiosos, empresas bancárias e de investimentos estão conscientes de que relatos de um cliente insatisfeito se alastram facilmente por meio do Facebook, Twitter e outras redes, sem que a instituição tenham qualquer controle sobre a mensagem ou sobre o potencial estrago em sua imagem e seus negócios.

“Estamos entrando em uma nova era de responsabilidade fiscal pessoal em que indivíduos se unem para incentivar coisas como poupança, orçamentos e investimento inteligente. As empresas financeiras estão começando a refletir sobre como explorar essa tendência e é nas mídias sociais que isto está acontecendo”, acrescenta Pamela Pavliscak, uma das autoras do estudo.

De outra parte, o relatório considera que, em sua maioria, bancos e outras empresas de serviços financeiros estão muito atrasados na curva de adoção de mídia social. Via de regra, perguntas e reclamações dos clientes em ambientes de mídia social são ignorados ou abordados de forma incorreta.

O Change Sciences tem entre seus clientes 11 das 15 maiores empresas de previdência e investimento dos Estados Unidos, além de 16 dos 20 maiores bancos e 18 corporações do ranking Fortune 100.

Mídias sociais e mobilidade afastam jovens norte-americanos do webmail

Levantamento da comScore revela que uma das tendências mais significativas nas comunicações online nos Estados Unidos é a redução do uso de serviços de e-mail baseados na web. O fato ocorre a medida que mais usuários migram para mídias sociais e canais de comunicação alternativos.

Segundo a empresa de medições do mundo digital, quedas mais significativas nos níveis de engajamento com o webmail vem ocorrendo entre adolescentes de 12 a 17 anos de idade (redução de 31%) e de 18 a 24 anos (menos 34%).

O fato de a população de 18 a 24 anos de idade estar se afastando do webmail sugere que uma mudança maior e mais permanente no uso de e-mail pode estar ocorrendo naquele país, segundo os analistas da comScore.

Eles atribuem parte dessa mudança ao papel crescente de dispositivos móveis na vida dos consumidores digitais, tendência que estaria provocando impactos diretos na forma como as pessoas se envolvem com a web clássica.

Os dados da comScore mostram que a audiência de e-mail móvel para ambos os segmentos etários (12-17 e 18-24) registrou crescimento de dois dígitos no ano passado. No caso de e-mail móvel, o crescimento do seu uso em meio a jovens de 18 a 24 anos foi de 32% em relação a 2010.

EUA – Mudança (%) no tempo gasto com uso de e-mail baseado na Web (Dez-2011 versus Dez-2010).

Mudança no uso de webmail (em comparação com 2010)

Idade

12-17

18-24

25-34

35-44

45-54

55-64

65+

Mudança

-31%

-34%

0%

-1%

15%

-7%

4%

Fonte : comScore Media Metrix, Fev/2012