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The New York Times Company inova com serviço de anúncios em mídia social. SAP é o primeiro cliente

A The New York Times Company, dona de veículos de grande circulação nos Estados Unidos, como International Herald Tribune e The Bostom Globe, além do jornal homônimo,  anunciou na quinta-feira, 26, o lançamento do Ricochet, seu programa de publicidade em mídia social.

O programa permite que anunciantes escolham, em meio a notícias divulgadas nos meios de comunicação do grupo, aquelas mais adequadas para compartilhamento junto ao seu próprio público de mídia social.

Caso a notícia escolhida mencione a marca do anunciante, o programa só a disponibiliza para compartilhamento uma semana depois da sua primeira publicação. A medida, segundo o grupo de comunicação, objetiva manter uma linha divisória entre editorial e publicidade.

Com o Ricochet, os anúncios das empresas participantes aparecem junto com a história compartilhada, por um período de tempo especificado, sempre que o internauta clicar no link.

O primeiro cliente do serviço é a fornecedora de software empresarial SAP. A fabricante está usando o Ricochet para divulgar seus anúncios ao lado de artigos do NYTimes.com que focam grandes dados (big data) e computação em nuvem.

As notícias do NYTimes.com escolhidas pela SAP são compartilhadas com seus 127 mil fãs no Facebook, 47 mil seguidores no Twitter, 113 mil seguidores no LinkedIn e 2 mil seguidores no YouTube.

Qualquer um desses seguidores que clicar sobre as histórias compartilhadas verá anúncios da campanha de publicidade lançada pela SAP na semana passada e desenvolvida em parceria com a  agência Mindshare Worldwide.

“No modelo tradicional de publicidade, as marcas atingem o público por meio de conteúdos. Em contraste, usando o Ricochet, o conteúdo atinge o público por meio das marcas”, resume Michael Zimbalist, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento.

No exemplo abaixo, o anúncio da SAP aparece apenas para os seus seguidores  nas redes sociais.  

 

Publicidade online teve alta histórica nos EUA em 2011, diz PricewaterhouseCoopers

As receitas com publicidade na internet nos Estados Unidos atingiram o recorde de US$  31,74 bilhões em 2011, um aumento de 21,9% sobre os US$ 26,04 bilhões obtidos em 2010, que já tinham sido recordistas.

Os dados são de pesquisa realizada pela PricewaterhouseCoopers para o Internet Advertising Bureau (IAB). De acordo com os números, trata-se do mais alto crescimento anual desde 2007, quanto a expansão atingiu 26%.

O relatório aponta que a publicidade em dispositivos móveis experimentou o crescimento mais rápido entre todas as categorias. A expansão foi de 149% sobre US$ 0,6 bilhão em receitas obtido em 2010, atingindo US$ 1,6 bilhão em 2011. No caso de vídeo digital, o valor passou de US$ 0,6 bilhão em 2010 para US$ 1,8 bilhão em 2011, um aumento anual de 29%.

No âmbito de “Busca”, as receitas chegaram a US$ 14,8 bilhões (aumento de 27%), enquanto que as receitas relacionados com display de publicidade chegaram a US$ 11,1 bilhões em 2011, um aumento de 35%.

Os anunciantes do setor varejista mantêm o título de categoria que mais gasta com publicidade na internet, respondendo por 22% em 2011, ou US$ 7,1 bilhões, contra US$ 5,5 bilhões relatados em 2010.

Randall Rothenberg, presidente e CEO da IAB, avalia que, ao ultrapassar a barreira dos US$ 30 bilhões, a indústria da publicidade interativa confirma o seu lugar central na mídia.

“Por meio de busca, display e vídeo digital, o mundo digital, oferece uma riqueza de oportunidades para marcas e consumidores. Com a proliferação de smartphones e tablets, é provável que o enorme crescimento do segmento móvel continue, e suas telas se tornem ainda mais cruciais para o composto de marketing”, diz ele.

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Receita global do Facebook com anúncios deve superar US$ 5 bilhões este ano

O Facebook, maior rede social do mundo, deverá abocanhar este ano uS$ 5,06 bilhões em receitas com publicidade online. Isso representa crescimento de 60%, abaixo dos 68,2% de expansão registrados em 2011. A estimativa é da empresa de pesquisa e consultoria eMarketer.

A consultoria diz que essa redução da taxa de crescimento ano a ano se manterá, e que em 2014 o faturamento global com anúncios da gigante de rede social estará em torno de US$ 8 bilhões.

Anúncios ainda são a maior fonte de receitas da rede social, mas a eMarketer prevê queda para 83% do total este ano (contra 95% em 2010). O restante virá de créditos e outras fontes.

A participação dos Estados Unidos na receita com publicidade online do Facebook está encolhendo, segundo os analistas. A estimativa é de 51% este ano e 49% em 2013 e 2014, contra 55% em 2011.

Em 2011, o Facebook atraiu 5,4% de todas as receitas de publicidade online geradas nos Estados Unidos. Essa taxa deverá aumentar este ano para 6,5%, representando montante de US$ 2,58 bilhões, segundo a eMarketer.

Publicidade online no Brasil cresce 69% e atinge R$ 5,3 bilhões

Dados divulgados pelo IBOPE revelam que a publicidade online no Brasil, em 2011,  cresceu acima da média do mercado, tendência já observada nos anos anteriores.

No ano, os gastos com anúncios na internet atingiram R$ 5,4 bilhões, o que representa crescimento de 69% em relação aos R$ 3,2 bilhões gastos em 2010. Com esse resultado, o meio online consolida uma participação de 6% no bolo total de investimentos em mídia no país.

O instituto salienta que uma parcela desse crescimento deve-se a readequação de dados reportados e tabela de preço dos portais.

No âmbito geral, os investimentos publicitários no Brasil em 2011 aumentaram 16%  em comparação com 2010, atingindo R$ 88,3 bilhões. A TV manteve-se no posto de maior destino desses investimentos, abocanhando  R$ 46,4 bilhões, contra os R$ 40,2 bilhões de 2010. A sua participação relativa no mercado, entretanto, se manteve inalterada, em torno de  53% do total.

Confira nos quadros abaixo os investimentos em publicidade, por meio, e o ranking dos maiores anunciantes do país.

Investimentos em mídia no Brasil

 

Maiores anunciantes 

Fonte: IBOPE/Monitor Evolution