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Google+ é mais do mesmo, segundo executivo da TOTVS

Na avaliação de Marcos Puccini, responsável pelo negócio by You, rede social corporativa da TOTVS, a plataforma social Google+ ainda não mostrou a que veio. “A impressão que tenho é que a ferramenta é mais do mesmo, ou seja, não oferece nada de novo em relação às outras opções do mercado, como o Facebook”, afirmou o executivo, durante o painel “Redes de relacionamento transformam-se em plataforma de negócio?” realizado hoje no Web Expo Forum, em São Paulo.

A opinião de Puccini é compartilhada pelo CMO da Rakuten Brasil, Alessandro Gil, que também participou dos debates. “O Google+ ainda não acertou a mão, enquanto o Facebook, por ser mais aberto, oferece mais possibilidades de ações para as marcas”, diz Gil.

Já o presidente da agência  VML, Fernando Taralli, avalia que o Google+ não apenas traz inovações em relação ao Facebook, como já conquistou uma camada significativa de early adopters no Brasil. “Isso aumenta o nosso desafio de ter uma estratégia para cada rede social”, diz.

Taralli aproveitou o evento para alertar para o risco dos hypes e de ações concentradas em redes emergentes e de nichos. “No final, você poderá estar falando apenas com early adopters,  e não com o seu mainstream”, diz.

Comércio via rede social ainda divide opiniões no Brasil

Profissionais de marketing e de mídias sociais têm opiniões similares quando se trata de reconhecer a importância das mídias sociais para aproximação com os seus públicos de interesse e para ampliar o reconhecimento da marca. Por outro lado, quando o assunto é a implementação de lojas de e-commerce nessas plataformas de relacionamento, as percepções são variadas. Pelo menos é o que se constatou ao fim dos debates no Painel “Redes de relacionamento transformam-se em plataforma de negócio?”, realizado hoje, em São Paulo, na edição de 2012 do Web Expo Forum.

Para Fernando Taralli, presidente da VML, o que deve definir se o e-commerce deve ocorrer na própria rede social — ou se esta deve atuar apenas como rede geradora de tráfego para outras plataformas de vendas online — é a estratégia do negócio. “Não há estratégia certa ou errada. Vai prevalecer o que fizer mais sentido para o negócio e o que ‘fechar’ o ROI, é isso que irá direcionar o investimento”, diz o executivo.

Taralli afirma que, teoricamente, já é possível realizar qualquer transação comercial por meio do Facebook, a maior rede social do mundo. “No Brasil, já há muitas marcas com sublojas no Facebook. A questão, aqui, são os custos diversos envolvidos, como infraestrutura e gestão, entre outros”, diz o presidente, para quem é inevitável o “casamento” entre social e e-commerce.

Alessandro Gil, CMO da Rakuten Brasil, é um dos que veem com ceticismo a tendência de social commerce. “Ninguém entra no Facebook para comprar. Os usuários estão ali para experiências que podem ser inclusive com uma marca, mas compram em outro ambiente”, afirma o executivo, salientando que muitas marcas pioneiras em F-Commerce decidiram fechar suas lojas nessa plataforma, devido à falta de êxito da empreitada. “Claro que a marca tem de estar lá, manter suas estratégias de relacionamento, mas não necessariamente para vendar na rede social”, acredita Gil.

Citando pesquisas de consumo internacionais, o CMO da Rakuten Brasil destaca que, embora as pessoas não estejam comprando via redes sociais, elas são altamente influenciadas pelos comentários de amigos sobre produtos e promoções, o que acaba se refletindo nas vendas eletrônicas. “Levar o Facebook para o site é sensacional. Mas acho ‘carregado’ ter loja no Facebook”, diz Gil.

Entre as estratégias que considera promissoras, o executivo da Rakuten destaca a oferta de provadores virtuais de roupas, em que o usuário escolhe peças de vestimenta e assessórios e submete a sua imagem com os itens escolhidos à avaliação dos amigos na rede. Se quiser, o usuário pode se dirigir à loja virtual e adquirir os produtos experimentados virtualmente.

Por sua vez, Marcos Puccini, responsável pelo negócio by You (rede corporativa oferecida pela TOTVS), testemunha que, pelo menos na base de clientes que solicitam projetos com a rede by You, a principal demanda é por direcionamento de tráfego para os seus portais. “Eles querem trazer a informação para o seu ambiente e ter níveis de segurança como, por exemplo, saber com certeza quem está por trás de um perfil na rede”,diz.

 

Redes sociais e cultura colaborativa são mandatórias para as empresas, diz especialista

Especialistas em redes socais de diversos segmentos econômicos, reunidos hoje durante o Web Expo Forum, em São Paulo, compartilharam seus conhecimentos e geraram um rico quadro com visões diferentes em alguns pontos e convergentes em outros. Entre os pontos convergentes, há a constatação de que marcar presença nas redes sociais e tirar proveito de suas inovações e características colaborativas deixou de ser opção e passou a ser mandatório para os negócios.

“Estamos vivendo a sociedade do conhecimento, que se caracteriza por informações disponíveis e organizadas, infraestrutura de compartilhamento, pessoas conectadas, vida pessoal e vida corporativa unificadas e relacionamentos irrestritos”, diz Marcos Puccini, responsável pelo negócio by You, rede social corporativa da TOTVS. Puccini avalia que o grande desafio para os negócios, agora, é pensar o ambiente de rede social e saber se a empresa está preparada para atuar nesse contexto.

O executivo da by You alerta para um equívoco cometido por muitas empresas, que é restringir a sua estratégia de mídias sociais à mera criação de um departamento ou equipe dedicada. “É preciso entender esse movimento de grandes transformações gerado pelo nascimento de um indivíduo colaborativo cuja opinião já interfere nas decisões dos negócios. É preciso criar na empresa uma cultura colaborativa que se baseie em aspectos como relevância, abertura e reconhecimento”, afirma.

A relevância – ele explica, é obtida por meio de forte apoio do “sponsor” da estratégia. “O CEO é o sponsor e também atuante na colaboração”, diz ele, destacando que a criação da cultura colaborativa requer dos executivos total abertura a críticas e também reconhecimento, que ele define como “a avaliação contínua das lideranças emergentes pela colaboração.”

Com base em sua experiência no atendimento a grandes marcas, Puccini destaca como principais benefícios da adesão bem sucedida a redes sociais a melhoria na comunicação, o compartilhamento do conhecimento e da experiência e o uso da rede como ferramenta para medir sentimentos e climas na organização e para identificar lideranças informais. “Trata-se de um terreno fértil para inovações”, diz.

Uma estratégia de mídias sociais envolve uma série de conceitos interligados, entre os quais o especialista destaca gestão do conhecimento organizacional, segurança e autenticação, mobilidade, integração com processos e sistemas de gestão e gestão estratégica e social de recursos humanos, entre outros.

Para quem está disposto a apostar na tendência, ele sugere a seguinte trilha a ser percorrida:

  1. Estude o modelo atual e defina os objetivos e direcionadores da empresa com a implantação da rede;
  2. Analise o ambiente organizacional, ferramentas, processos e defina o plano de mudança;
  3. Dissemine a cultura colaborativa para garantir o engajamento na rede;
  4. Implante o novo ambiente, incluindo as modificações nas equipes, processos e sistemas;
  5. Acompanhe e faça as medições do engajamento na rede, e reforce a cultura colaborativa na empresa.

Universidade Estácio implementa rede social que une perfil pessoal e corporativo

O grupo de ensino superior Estácio acaba de implementar a rede corporativa by You, da TOTVS, para integração e troca de conhecimento entre os membros da sua comunidade. A ferramenta, que na universidade foi rebatizada de Conecta, cobre 35 das 76 unidades da instituição de ensino espalhadas pelo país.

Inicialmente, a rede social está disponível para 3.700 docentes e 2.300 funcionários administrativos dos campi do Rio de Janeiro. A universidade pretende expandir o acesso ao Conecta para as outras unidades fora do Rio de Janeiro a partir de abril de 2012.

“A Conecta está baseada nos pilares colaboração, conhecimento e relacionamento, elementos essenciais para o desenvolvimento e sustentação de um negócio. No nosso modelo, um ambiente mais participativo, com comunicação rápida e transparente, é essencial para maximizarmos nossa agilidade e sempre servir melhor os alunos e também os colaboradores”, diz Eduardo Alcalay, presidente da Estácio.

A TOTVS define o by You como uma rede social de propósitos corporativos e profissionais que une, em um único ambiente, perfil pessoal (rede de relacionamento) e corporativo (rede de propósito). Além da ferramenta, a fornecedora, por meio do seu braço de consultoria, respondeu pela gestão e execução do processo, concentrando esforços na mudança de cultura da empresa.

“Assim como as empresas tiveram que passar por um processo de mudança cultural a fim de se prepararem para o mundo das redes sociais, os colaboradores enxergarão, com o passar do tempo, a rede social corporativa como uma aliada aos negócios, trazendo agilidade, troca de conhecimento, aumento do potencial de inovação e identificação e reconhecimento de novos talentos”, afirma o presidente da TOTVS, Laércio Cosentino.