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Solução de check-out dobra taxa de pedidos finalizados em loja social

Novo serviço de check-out oferecido a lojistas usuários da plataforma de social commerce  LikeStore, em caráter experimental, mais que dobrou a taxa de pedidos finalizados durante a primeira semana de uso, além de reduzir em 18% a taxa de pedidos abandonados no carrinho. A informação é de Ricardo Grandinetti, gerente de produto da LikeStore.

De acordo com o executivo, o serviço, desenvolvido pelo parceiro de pagamentos Moip, incrementa a integração com o ambiente do Facebook, com benefícios para ambas as partes da transação. “O consumidor terá a facilidade de memorizar seus dados, agilizando a aquisição; enquanto o lojista receberá com mais clareza e rapidez as informações do comprador. Isso tudo vai auxiliar no aumento da taxa de conversão, fomentando ainda mais o social commerce”, diz o executivo.

Lançada em fevereiro, a solução, compreende toda a parte final de uma compra pela internet, quando o consumidor necessita informar dados cadastrais para efetuar o pedido. “O check-out é um momento crítico na compra, e quanto mais claro, assertivo e amigável ele for, maior será a chance de o consumidor concluir a compra”, finaliza Grandinetti.

 

Social commerce já traz resultados no mercado brasileiro

A união do Facebook com o comércio virtual, ambos com grandes perspectivas de crescimento no Brasil, criou uma nova modalidade de comércio. O social commerce leva para as plataformas sociais todas as experiências relacionadas à compra de produtos e serviços – e impulsiona resultados de empresas e desenvolvedoras específicas para este nicho. O assunto foi tema de um painel no Web Expo Forum, que teve início nesta segunda-feira, 12, em São Paulo.

“Não podemos dizer que cerca de 40 milhões de usuários de internet sejam jovens de classes altas. Isso prova a tendência geral do social commerce no Brasil”, defende Gabriel Borges, diretor da LikeStore, desenvolvedora de lojas virtuais para o Facebook. Fundada no início do ano passado, abriu as operações em agosto e tem como meta realizar 150 mil vendas, com tíquete médio de R$ 120 em seu primeiro ano de atuação.

A plataforma já acumula 3,8 mil lojas de diversos segmentos, de pequenos empreendedores com produtos próprios ou revendas até companhias de médio e grande porte. A LikeStore arrecada 2% do valor bruto das transações, enquanto a MoIP, operadora financeira, capta 5,9% do preço de cada produto. Para Borges, as mídias sociais não criaram nenhum conceito novo. “O comportamento humano de compartilhar e pedir opiniões ao realizar uma aquisição já era comprovado por pesquisas. Agora, apenas migrou para a internet”, acredita.

Integração virtual-real

A Billabong, por sua vez, apostou no caminho inverso. A partir da análise de dados coletados de suas vendas virtuais, a companhia criou uma loja modelo em Alphaville, região metropolitana de São Paulo, para integrar experiências de social commerce no mundo real. Por meio das tecnologias RFID (identificação por radiofrequência) e NUI (sigla em inglês para interface natural do usuário), a marca permite aos clientes combinar peças de roupas, receber sugestões personalizadas, testar combinações em simuladores virtuais e compartilhar as experiências no Facebook.

Enquanto isso, cada comportamento de compra é monitorado por etiquetas presentes em cada produto. “Conseguimos aumentar em 32% as vendas ao mapear os movimentos dos nossos clientes e aplicar suas preferências em outras lojas, foi um conhecimento adquirido”, conta Leonardo Santos, diretor geral de TI da Billabong.

“Acreditamos na união cada vez maior entre o mundo real e virtual, das experiências sociais até as comerciais”, afirma Santos. A marca inaugura neste ano mais duas lojas inteligentes no país, no bairro do Morumbi e na rua Oscar Freire, em São Paulo. Também têm inauguração prevista no período duas filiais internacionais com os mesmos recursos, em Nova York, nos Estados Unidos, e Sidney, na Austrália.

Usuários de redes sociais gastam mais em sites de e-commerce

Consumidores de comércio eletrônico que acessam lojas online por meio de redes sociais gastam em média US$ 280 por compra, contra tíquete médio de US$ 100 de consumidores oriundos de sites de busca como Google e Bing. A constatação é de pesquisa realizada pela agência de marketing  ClearSaleing.

Na avaliação de Ricardo Grandinetti, gerente de produtos da LikeStore, especializada em social commerce, o potencial das redes sociais como Facebook ou Twitter para estimular vendas é maior do que outros canais porque elas possibilitam que consumidores obtenham – e levem em conta – a opinião de amigos e conhecidos.

“A influência que a opinião de um conhecido tem na hora da decisão de compra é superior à da televisão ou de anúncios de publicidade”, acredita o especialista.

Provedora brasileira de plataforma para desenvolvimento de social commerce, a LikeStore conta com mais de 3 mil lojas no Facebook.

 

LikeStore e Site Blindado anunciam parceria para segurança em social commerce

A LikeStore, que provê serviço para criação de lojas no Facebook, selou parceria com a Site Blindado para monitoramento e controle de segurança na comercialização de produtos dentro da rede social.

Com a parceria, a Site Blindado realizará constantes escaneamentos de possíveis brechas na segurança do site, o que deverá aumentar as conversões e a segurança tanto para a loja quanto para o comprador. “Nossa solução blinda a página da empresa e a infraestrutura do widget”, diz  o diretor da Site Blindado, Bernardo Carneiro.

O diretor avalia que o Facebook é um ambiente relativamente seguro, mas não está livre de brechas para fraudes e crimes, incluindo a existência de aplicativos falsos e páginas clonadas.

O portfólio de clientes da LikeStore soma atualmente cerca de 2.900 lojas no Facebook. Os valores envolvidos no acordo com a Site Blindado não foram divulgados.